8 de fevereiro de 2014

[Filme] 47 Ronins


Título original:  47 Ronin
Duração:  120 min.
Direção: Carl Erik Rinsch
Roteiro: Chris Morgan, Hossein Amini
Distribuidora: Universal
Ano: 2014
Avaliação: 2/5
Sinopse: Um grupo de samurais banidos deseja reaver sua honra a partir de uma vingança contra o traiçoeiro Lorde Kira, o responsável pela morte do mestre deles. O mais incomodado do grupo é Kai, que passa a ser questionado após se apaixonar por Mika, a filha do mestre morto. (Fonte: Cinemark)



Comentários: 
Acabei assistindo este filme por um acaso, a intenção original na verdade era ir ver outro, mas como sábado de verão à tarde leva os paulistas aos lugares mais frescos – no ar-condicionado do cinema – acabamos tendo de trocar o filme original por 47 Ronins.

Não conhecia muito sobre o filme antes de entrar na sala de cinema, não tinha nem visto o trailer, o máximo que assisti foi um vídeo do omelete  falando sobre ronins importantes em geral e acabaram comentando sobre este filme, o que não ajudou muito para conhecer mais a história (mas o vídeo é legal rs)
O mote central é sobre tradições de samurais. Tudo começa com duas cidades que são regidas por um Shogum, no entanto, entre intrigas e feitiçarias, uma das regiões fica sem seu senhor, e os samurais desse local acabam sem mestre, se tornando ronins (que é basicamente um samurai exilado por não ter um mestre). Mas após um tempo esses samurais querem honrar a memória de seu mestre e salvar a filha dele e com isso irão atrás de justiça. 

Como um todo achei um filme fraco, a história é legal, mas sabe aquela sensação de que funcionária muito mais nas páginas de um livro do que na telona?? Foi assim que me senti, a história é plana e em certas partes previsível. Kai, o mestiço pária entre os samurais, possui um segredo e se apaixona pela filha de seu mestre fazendo de tudo para salvá-la. 
A história possui muitos clichês, mas assumo que gostei bastante de seu diferencial, a inserção de elementos sobrenaturais, bruxas, dragões, criaturas. “demônios” dão um toque a mais ao filme. Outro ponto alto é a suavidade com que foi tratado o ritual de suicídio dos samurais, era uma cena que tinha tudo para dar errado, mas que conseguiu mostrar com suavidade a importância de uma morte honrada na concepção oriental. 

Ah, e claro que por ser um filme oriental espere muitas cenas de ação e poucas cenas amorosas. 
Como comentei não gostei muito, mas assisti com uma amiga que amou, então, como sempre, tudo é uma questão de gosto. 

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