25 de abril de 2014

[Filme] 300 - A Ascensão do Império



Título original: 300 - Rise of an Empire.
Duração: 102 min.
Direção: Noam Murro.
Roteiro: Kurt Johnstad e Zack Snyder.
Distribuidora: Warner Bros.
Ano: 2013.
Avaliação: 3/5.
Sinopse: Baseado em Xerxes, quadrinhos de Frank Miller, e narrado no estilo visual de tirar o fôlego do sucesso “300”, o novo capítulo da épica saga leva a ação a um inédito campo de batalha – o mar – à medida que o general grego Themistokles (Sullivan Stapleton) tenta unir a Grécia ao liderar o grupo que mudará o curso da guerra.
“300: A Ascensão de um Império” coloca Themistokles contra as enormes forças Persas, lideradas por Xerxes (Rodrigo Santoro), um mortal que virou deus, e por Artemesia (Eva Green), uma vingativa comandante da marinha persa. (Fonte: Cinepop)
Seu lindo


Comentários:

"300", inspirado nos quadrinhos de Frank Miller, estreou há oito anos. Saí do cinema animada não só com a produção, mas também com a história, tão cheia de elementos empolgantes e frases de efeito. Embora tendo um certo exagero por causa dos espartanos e um pouco de overacting, a história toda era consistente e com um foco bem definido. Além de uma trilha sonora extremamente digna.

Quando soube que sairia uma "continuação" de uma história que já se tornara icônica, fiquei com medo. Não criei expectativas e nem tive surtos de ansiedade. E fiz bem em não agir assim.





O que destaco de modo positivo neste filme, como sempre destaco nos filmes do Zack Snyder, é a fotografia lindíssima, como sempre. O contraste de cores é de tirar o fôlego, trazendo uma identidade única a cada núcleo de personagens do enredo. E não posso negar que estava morrendo para ver a Eva Green, novamente, interpretando uma mulher poderosa de moral (e sanidade) questionável.



"300 - A Ascensão do Império" não é só decepcionante por ser uma "continuação" que está longe de ser tão interessante quanto o primeiro filme. Falta empolgação e envolvimento com os personagens. Há uma falta de foco muito grande, tantos personagens e sub-enredos apresentados e mal aproveitados. 




Acompanhem comigo: temos a origem de Xerxes como essa quase divindade toda-poderosa que vemos no primeiro filme, além de sabermos o porquê (e quem) o motivou a ser assim; temos o passado de Artemísia, comandante da marinha persa, que faz de um tudo para se vingar dos gregos/atenienses; temos os esforços de Themistokles em lutar contra os persas e unir os gregos; além da presença da rainha espartana Gorgo, que perdeu muito da presença marcante que causara no primeiro filme. Além disso, o filme narra eventos que aconteceram antes, durante e depois aos eventos de "300".

Entenderam? Faltou foco.

Se o filme fosse concentrado em apenas um desses sub-enredos, ou se mostrasse a história somente pela perspectiva dos persas, para fins de contraste com os eventos de "300", talvez fosse ficar mais interessante. No final das contas, achei tudo meio cansativo e tedioso. E confesso que senti falta de uma trilha sonora marcante.



2 comentários:

  1. olha eu nem vi, não fiquei muito assim assim pra ver não... confesso.

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  2. Eu já assisti a dois filmes com o título "300".
    Um deles é de 2006 com Gerard Butler no papel do Rei Leônidas - rei de Esparta.
    O outro é Os 300 de Esparta com Richard Egan no papel do Rei Leônidas.
    Não gosto muito de continuações, mas vou assistir a esse novo e ver o que eles fizeram com a história.

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