20 de julho de 2016

Outlander – Segunda Temporada



Como é difícil conseguir alcançar as expectativas de algo que se gosta muito, há vários obstáculos e receios pessoais a superar e a segunda temporada de Outlander foi a representação dessa situação, de como alcançar a expectativa tanto do livro em que foi baseada quanto da ótima impressão que a primeira temporada deixou.

Assumo que estava com medo dessa nova fase, um motivo era por ser baseada num dos livros que mais gosto da série, o outro, era por medo de a qualidade cair da primeira temporada, e fui totalmente surpreendida. Essa temporada mostrou que na verdade a série só tende a crescer e ganhar muito espaço.


Acompanhei desde antes da estreia as fases de produção e a escolha do casting (afinal eu precisava saber se o Roger seria minimamente parecido com o que eu imaginei, e é rs), vi várias fotos das gravações e isso alimentou tanto meu ânimo quanto meu receio, mas nos primeiros episódios eu estava de coração aberto pronta para o que eles pudessem ter mudado ou apresentariam de novo e foi a melhor coisa que fiz pois fui surpreendida de várias maneiras.

Mas contando um pouco da história, nessa temporada continuamos acompanhando o casal Claire e Jamie (ai ai) em uma nova fase, eles partem para a França para tentar impedir o rumo da história que gerou o triste dia de Culloden. E lá eles vão viver momentos emocionantes, tensos, dramáticos e totalmente inesquecíveis.


Não quero contar muito da história em si para não gerar nenhum spoiler não intencional, mas essa mudança de cenário foi um dos melhores rumos que já vi, além de ter elevado muito o nível da trama, trouxe cenários lindíssimos com toda a grandiosidade da França na década de 1744, sem contar a mudança de figurinos (na verdade essa mudança de cenário atingiu até a abertura da série).

Na primeira temporada eu tive certa relutância em aceitar os atores, mas agora eles já estão bem concretizados para mim e com isso pude perceber que eles melhoraram muito, entraram bem nos personagens e mostraram todo o seu potencial em várias cenas.



Outro ponto que eles mantiveram da temporada anterior foi um pequeno “carinho” para aqueles que já são fãs dos livros, que é o uso, em algumas cenas,  da reprodução literal das falas dos personagens, um fan service bem feito que não atrapalha aquele que não conhece os livros mas que empolga muito aqueles que já eram fãs.

Nessa temporada a história toma um rumo muito interessante, que já é mencionado logo no primeiro episódio e desenvolvido durante a temporada com um episódio final de tirar o fôlego, se eu já amo os livros hoje também virei fã da série como um produto independente e não apenas por ser uma adaptação das obras que ganharam meu coração.


12 de julho de 2016

[Teatro] Wicked



Até o último dia 3, fazia muito tempo que eu não ia a um musical, e como eu estava sentindo falta da energia que esse estilo me traz: a de que tudo na vida pode ser representado com música e dança, e ter essa retomada com Wicked foi muito bom, pois não conhecia nada da história ou da peça original, então fui surpreendida e guiada a cada cena, em todas as risadas e momentos de emoção. 

O musical vai contar a história de Elphaba, como ela se tornou a bruxa má do Oeste e sua relação com Glinda, a bruxa boa. Vemos que Elphaba sempre sofreu muito por ser verde (e isso não é nenhuma metáfora, ela era realmente verde) e sempre foi delegada, inclusive na sua ida a faculdade, onde ela conheceu Glinda (ou melhor, Galinda), a típica menina popular, e as duas logo sentem uma enorme antipatia (ou melhor, ódio) uma pela outra. 

A história vai se desenvolver toda desse momento, mostrando bem a personalidade de cada uma e como elas vão se tornar duas das personagens mais emblemáticas de Oz. 


Agora falando da produção o cenário estava lindo, apesar de um pouco simples para uma grande produção, mas mesmo assim o musical é repleto de trocas de cenário e ambientes, todos muito bem caracterizados. 

As músicas foram lindamente versadas, todas fluíram muito bem com as cenas, apesar de algumas não me empolgarem totalmente tive momentos lindo de tirar o fôlego, principalmente os que envolviam Elphaba e Glinda. 

Toda a peça foi encantadora, me emocionei, ri e fiquei totalmente envolvida, criei um carinho enorme pelos personagens, fui totalmente surpreendida pelas referências da história de Doroty e por solos muito bem executados. Recomendo Wicked para aqueles que sentem que a vida devia ser resolvida com música. 




8 de julho de 2016

[DDI] Tem dias...


Tem dias que a vida não faz sentido. 

Tem dias que você perde o rumo. 

Tem dias que você não se reconhece no espelho. 

Tem dias que você aceita qualquer rota de fuga contanto que te leve para um lugar diferente de onde está. 

Tem dias em que a vista embaça e não é possível enxergar a estrada que deveria seguir. 

Tem dias em que os segundos se multiplicam, os minutos se estendem, as horas se imortalizam e o relógio emudece alongando a passagem do tempo. 

Tem dias que você se envolve na busca por si mesmo, pois o único refúgio seguro é seu pensamento silencioso. 

E enquanto escrevo esse texto penso que queria dar um final feliz a ele, queria uma mensagem de esperança que dissesse que tudo vai dar certo, queria poder usar o clichê que diz que o sol vai brilhar amanhã, enquanto uso o sorriso daqueles que já foram calejados pelas dores (e ainda lembrar da música do Legião enquanto falo isso). 

Eu realmente queria tudo isso, mas estou nesses dias e qualquer mensagem de enorme esperança seria um pouco falsa. Então o que digo é que entendo, e que escrevo para aliviar o coração enquanto sei que, independente do sol no dia seguinte, tudo passa, até esses dias. 



DDI – Delírios, Devaneios e Insensatez - um espaço em que escrevo todos os pensamentos, delírios e devaneios que vêm a minha cabeça, o que é no mínimo uma insensatez. 

27 de abril de 2016

[Filme] A Onda



Sinopse: 
Em uma escola da Alemanha, alunos tem de escolher entre duas disciplinas eletivas, uma sobre anarquia e a outra sobre autocracia. O professor Rainer Wenger (Jürgen Vogel) é colocado para dar aulas sobre autocracia, mesmo sendo contra sua vontade. Após alguns minutos da primeira aula, ele decide, para exemplificar melhor aos alunos, formar um governo fascista dentro da sala de aula. Eles dão o nome de "A Onda" ao movimento, e escolhem um uniforme e até mesmo uma saudação. Só que o professor acaba perdendo o controle da situação, e os alunos começam a propagar "A Onda" pela cidade, tornando o projeto da escola um movimento real. Quando as coisas começam a ficar sérias e fanáticas demais, Wenger tenta acabar com "A Onda", mas aí já é tarde demais.

Comentários:
A Onda era um filme que eu queria assistir faz muito tempo, mas nunca rolou, considerando que ele está no Netflix e que acho a situação atual do país bem propícia para esse tipo de reflexão, finalmente tirei o desejo do armário e fui assistir a esse filme que me deu muito o que pensar. 

Tendo como enredo um professor colegial na Alemanha que acaba tendo que ensinar para seus alunos sobre a autocracia (resumindo, um regime em que uma posição governante lidera massas retendo o poder absoluto em todos os níveis de Estado). Para essa matéria ele decide que a melhor maneira de explicar isso para seus alunos e mostrar, na prática, como se fundamenta um regime fascista na própria sala de aula, sendo ele o líder e criando um grupo com  os alunos que chega ao ponto de ter seu próprio uniforme, espaço, saudação. Porém o andamento do grupo acaba saindo de seu controle e indo para fora da sala, afetando vários estudantes e mostrando como esse tipo de pensamento se instala e germina na concepção das pessoas. 


Esse filme traz várias reflexões, primeiro que ele explora todas as bases desse tipo de regime, como ele nasce, baseado em insatisfações sociais e como ele se dissemina, baseado na política do grupo e da união, e a reflexão está em toda a parte nesses conceitos, afinal os alunos realmente demonstram melhoras com essa política, ficam mais unidos, ignoram suas diferenças em busca da melhora do grupo, porém são levados a acabarem com sua individualidade em vários níveis e por oprimir o outro com pensamento contrário. 

Vemos também na figura dos adolescentes como surgem os extremistas, e como até o não esperado acaba por se envolver nesses ideais, como uma voz de poder pode levar um grande grupo a realizar muitas coisas. 


As cenas finais são desconstruções e um “olhar para dentro do abismo”, o filme traz vários momentos de impactos em que até quem está assistindo pode perceber o rumo das situações e a grande semelhança com movimentos históricos que foram baseados nesse mesmo princípio (como o nazismo e o fascismo). 

E antes que surja um pensamento de que esse filme possa ter exagerado e que na verdade as pessoas hoje já são muito esclarecidas contra esse tipo de manipulação, saiba que ele foi baseado em fatos reais, com um professor norte-americano que foi demonstrar para seus alunos que não conseguiam entender como o regime nazista se instaurou na Alemanha. 


Um filme que recomendo para aqueles que gostam de pensar sobre essas questões políticas ou para quem tem uma curiosidade sobre o assunto, na verdade um filme que recomendo no geral.


Título original: Die Welle
Duração: 108 min.
Direção: Dennis Gansel
Roteiro: Dennis Gansel
Elenco: Jürgen Vogel, Frederick Lau, Max Riemelt etc. 
Ano: 2009
Avaliação: 4/5

8 de abril de 2016

[Por onde andei] Galeria do Rock Walking Tour – Roteiro Histórico


Após um roteiro cultural e outro por galerias, fechar a tríade de passeios com o roteiro histórico foi perfeito, pois após conseguir mudar o olhar para um ponto tão conhecido na cidade é preciso descobrir e pensar sua origem e trajetória para poder entender o que ele se tornou hoje. 

Depois de três passeios eu já estava acostumada ao deslumbramento de poder reparar em lugares e prédios que eu sempre passei em frente, porém não dei muita atenção, mas esse passeio foi diferente, poder imaginar como São Paulo começou, ver a placa dos fundadores de São Paulo no Pátio do Colégio, traz outra emoção.

O Roteiro se iniciou no Pátio do Colégio, onde foi explicada a história da fundação da cidade e mostrado prédios que ainda guardam suas arquiteturas históricas. Conhecemos a casa número 1,  visitamos o solar da Marquesa de Santos, andamos pelas ruas do centro, passamos na esquina do samba, conhecemos bancos de diversas nacionalidades a aprendemos a ver pela arquitetura suas fases durante os anos, passamos pelo viaduto do chá, shopping Light, o teatro Municipal e fechamos na Galeria do Rock. 

Esse foi um breve resumo do roteiro (na verdade há outros lugares com mais histórias, porém se eu for escrever tudo aqui acho que perde um pouco a emoção do passeio), mas quis deixar esses lugares destacados pois eles nos transportaram para nosso passado, para a São Paulo de sua formação, seu crescimento acelerado e a busca para resolver os problemas de uma população que a cada dia aumentava seu número (situação que ainda passamos hoje), conhecer toda a ascensão e a triste queda do centro, um lugar tão marcante e tantas vezes mal interpretado dessa cidade. 

Esse passeio foi um dos que mais me fez refletir, pois é inegável que muito do que somos hoje é resultado desses primeiros anos, fomos e ainda somos uma cidade de grande importância para a história do país, em nosso centro guardamos o grande peso de muitos marcos, a fundação, o encanamento de rios, o comércio do café, o samba, depois a decadência de seu espaço quando as pessoas começaram a migrar para a região da Avenida Paulista, e hoje sua grandeza e sua beleza dividem lugar com o descaso, mas ainda guarda em si tantas linhas do que somos. 


E com esses momentos de descoberta, história e reflexão fechei o trio de roteiros propostos inicialmente e posso dizer, com toda a certeza, que essa experiência me marcou muito, mudou meu olhar, me fez refletir e ficará guardada comigo, afinal amo São Paulo e poder parar a correria do cotidiano para admirá-la, entendê-la e desfrutá-la valeu cada minuto. Agora que descobri os prazeres de turistar na minha própria cidade vou me programar para outros passeios e poder “reconhecer” lugares que meu olhar ainda não vê realmente. 


O tour foi realizado por Galeria do Rock Walking Tour, uma parceria entre Instituto Cultural Galeria do Rock e I Love São Paulo para trazer uma experiência que irá explorar vários aspectos do centro. Mais informações acesse a página do projeto aqui

Para conhecer o I Love São Paulo acesse aqui.

Para conhecer o Instituto Cultural Galeria do Rock acesse aqui. 

Minhas fotos do tour estão na página do blog, para poder vê-las acesse aqui. 

10 de março de 2016

[Por onde andei] Galeria do Rock Walking Tour – Roteiro Galerias



Para aqueles que acompanham o blog perceberam que no início do ano (janeiro/fevereiro) decidi fazer alguns roteiros turísticos pelo centro de São Paulo, o primeiro roteiro foi focado nos aspectos culturais do centro (veja sobre esse passeio aqui) e como relatei tive um total deslumbramento com a cidade que julguei conhecer. Porém nesse segundo passeio me julguei preparada, até pensei “Não vai ter tanto impacto como o primeiro, afinal já estou calejada para ver o diferente” e de um modo muito bom eu não poderia estar mais errada.


Esse segundo tour foi cheio de momentos surpreendentes e inusitados, afinal pude conhecer algumas galerias, ou usando uma metáfora, alguns labirintos. Lugares que você não presta atenção em seu dia a dia, passagens não valorizadas e que guardam todo um encanto tão característico do centro de São Paulo. 


Iniciando o tour da Praça da República, seguimos com o grupo para conhecer as galerias, sendo que apenas duas eu conhecia antes desse passeio – a do edifício Copan e a do Rock, então minha surpresa foi total, cada espaço inesperado que guardava uma linda vista ou uma particularidade que o tornava especial e diferente dos demais.

Outro ponto que vale a pena mencionar é que no trajeto de uma galeria para a outra pude conhecer mais do Centro Novo, uma região que não costumo frequentar e que possui um charme diferente do Centro Velho, há áreas bem arborizadas, uma praça muito calma com bares e restaurantes que por um momento nos fazem esquecer que estamos no centro da cidade mais movimentada, ou melhor, nos mostra uma de suas faces (e que depois desses roteiros posso dizer que são várias). 


Sobre as Galerias que conheci posso dizer que realmente elas me encantaram, mas algumas me marcaram mais, como a Galeria Metrópole, espaço com uma linda vista do centro e um jardim central que representa a possibilidade de se manter o verde e cor no nosso mar de cinza. A Galeria 7 de abril, com suas lojas voltadas para fotografia e sua vista do centro. A Galeria Nova Barão, super colorida, que por um momento lembra uma rua de transição, mas que na verdade possui lojas bem legais e uma vista linda do Municipal. E talvez a mais diferente pelas lojas que possui, a Galeria Itapetininga, que é especialista em comércio voltado a brinquedos, sim, exatamente isso, brinquedos colecionáveis. Claro que também não poderia deixar de citar a galeria que encerra o passeio, a Galeria do Rock. 

Mais um passeio que me ensinou muito sobre São Paulo, e que me mostrou que em lugares que podem parecer desconhecidos e não valorizados, há esperando uma ótima experiência, como comentei no início do post, os pequenos labirintos dessa grande Cidade. 


O tour foi realizado por Galeria do Rock Walking Tour, uma parceria entre Instituto Cultural Galeria do Rock e I Love São Paulo para trazer uma experiência que irá explorar vários aspectos do centro. Mais informações acesse a página do projeto aqui. 

Para conhecer o I Love São Paulo acesse aqui.

Para conhecer o Instituto Cultural Galeria do Rock acesse aqui

Minhas fotos do tour estão na página do blog, para poder vê-las acesse aqui 

5 de fevereiro de 2016

[Filme] O menino e o mundo



Sinopse: 
Um garoto mora com o pai e a mãe, em uma pequena casa no campo. Diante da falta de trabalho, no entanto, o pai abandona o lar e parte para a cidade grande. Triste e desnorteado, o menino faz as malas, pega o trem e vai descobrir o novo mundo em que seu pai mora. Para a sua surpresa, a criança encontra uma sociedade marcada pela pobreza, exploração de trabalhadores e falta de perspectivas. (Fonte: AdoroCinema)

Comentários:
Acho que a primeira coisa que posso dizer sobre O menino e o mundo é que é uma animação linda e que fiquei encantada. 

Essa era uma das animações que eu não sabia o que esperar, e nos seus momentos iniciais, com desenhos parecidos feitos com lápis de cor e muito coloridos é um choque inicial, mas como tudo foi muito lindo depois, vale a pena assistir. 


O desenho conta a história de um menino que mora em uma zona rural feliz com sua vida até que seu pai um dia vai embora para a cidade e ele decide ir atrás. 

No trajeto desse menino o acompanhamos na busca por seu pai desde uma plantação de algodão até as grandes cidades e com isso também percebemos todo o processo de industrialização e como isso afeta a todos, os trabalhadores, as pessoas à volta e o próprio lugar em que se está. 

Duas características marcantes dessa animação, a primeira é que ela não possui nenhuma fala, e na verdade elas não são necessárias, tudo está na imagem e nos símbolos, e a animação é repleta deles, símbolos para várias situações, como o trem que levou o pai do menino, como a ave que é gerada da música, na verdade eles são parte de uma grande carga do filme. 


Outra característica é que devido ao seu traço o filme tem quadros lindos, dá vontade de pausar e tirar várias fotos das cenas, esteticamente o filme é lindo, os traços inocentes quase feitos a lápis geram cenas inesquecíveis.  

E o ponto que realmente me surpreendeu no fim foi o roteiro, mesmo sem falas o filme é todo amarrado, possuí ritmo e um final que está a altura de todo o resto. 


Até agora O menino e o mundo está no ranking como uma das minhas animações preferidas (ao lado de Divertida Mente), mas ainda faltam mais duas da lista para ver, mas recomendo esse filme para todos.



Título original: O menino e o mundo
Duração: 85 min.
Direção: Alê Abreu
Roteiro: Alê Abreu
Distribuidora: Espaço Filmes
Ano: 2014
Avaliação: 3/5

26 de janeiro de 2016

[Livro] As espiãs do Dia D – Ken Follett


Sinopse:
Segunda Guerra Mundial. Na fúria expansionista do Terceiro Reich, a França é tomada pelas tropas de Hitler. Os alemães ignoram quando e onde, mas estão cientes de que as forças aliadas planejam libertar a Europa. Para a oficial inglesa Felicity Clairet, nunca houve tanto em jogo. Ela sabe que a capacidade de Hitler repelir um ataque depende de suas linhas de comunicação. Assim, a dias da invasão pelos Aliados, não há meta mais importante que inutilizar a maior central telefônica da Europa, alojada num palácio na cidade de Sainte-Cécile. Porém, além de altamente vigiado, esse ponto estratégico é à prova de bombardeios. Quando Felicity e o marido, um dos líderes da Resistência francesa, tentam um ataque direto, Michel é baleado e seu grupo, dizimado.
Abalada pelas baixas sofridas e com sua credibilidade posta em questão por seus superiores, a oficial recebe uma última chance. Ela tem nove dias para formar uma equipe de mulheres e entrar no palácio sob o disfarce de faxineiras. Arriscando a vida para salvar milhões de pessoas, a equipe Jackdaws tentará explodir a fortaleza e aniquilar qualquer chance de comunicação alemã – mesmo sabendo que o inimigo pode estar à sua espera. As espiãs do Dia D é um thriller de ritmo cinematográfico inspirado na vida real. Lançado originalmente como Jackdaws, traz os personagens marcantes e a narrativa detalhada de Ken Follett.  (Fonte: Skoob) 

Comentários:
Estava com saudade de ler uma história de Follett, e ler As espiãs do dia D matou essa vontade e ainda aumentou a admiração que tenho por esse autor. 

Apesar de ter comentado que estava com saudade da escrita de Follett, assumo que economizei esse livro para poder aproveitá-lo com calma, pois ele trata de dois temas que gosto muito: histórias de guerra e mulheres fortes. 

Em As espiãs do dia D iremos conhecer a história da participação de Felicity Clairet, uma oficial da Executiva de Operações Especiais britânica que trabalhava junto com a Resistência Francesa para sabotar os alemães que invadiram a França e ajudar os Aliados na invasão. 

Por outro ponto de vista também conheceremos a história de Dieter Franck, um major que trabalhava para Alemanha como especialista em interrogatórios e como ele se posiciona e age nesse lado da guerra. 

Temos nesse livro a típica narrativa de Follett que irá intercalar os pontos de vista entre Felicity e Dieter e nesse caso deu um toque todo diferente ao livro, pois temos a ideia fixa de que os alemães são os únicos errados e maus de todos os acontecimentos, mas com esse estilo de narrativa Follett vai colocar a história em perspectiva e fazer o leitor pensar, pois na verdade ambos os personagens estão em uma guerra fazendo algo que não concordam mas que são obrigados a fazer por sobrevivência, na verdade o que quero dizer é, sim a Alemanha estava errada, mas quantas perdas são necessárias para que o outro lado ainda seja considerado certo? 

A história da narrativa terá uma sequência temporal curta, menos de um mês no decorrer dos fatos, mas isso não prejudica em nada o livro, pois foram os instantes finais antes do Dia D e muita coisa acontecia em um ritmo frenético e quanto mais perto da data tão conhecida, mas a narrativa fica tensa e rápida, e isso trabalha muito bem com a história. 

Como forma de conseguir sabotar uma central telefônica Felicity monta uma equipe de mulheres para tentar realizar a missão e esse é outro diferencial do livro, pois nas guerras geralmente o trabalho das mulheres é desmerecido ou esquecido e aqui ele vai mostrar o como elas foram importantes e fortes. 

O único ponto que tenho como ressalva é que acho que deveria “ter mais livro”, calma que eu explico: Já li alguns livros do Follett e percebi que as narrativas longas dele são as melhor trabalhadas. As espiãs do Dia D não é um livro ruim ou incompleto em momento nenhum, como disse antes o tempo da narrativa apesar de curto cabe bem a obra, mas sinto que se ele tivesse escrito um pouco mais poderia ter desenvolvido melhor os personagens apresentados, trabalhando outras minúcias ou trazendo mais a frente da lente algum personagem secundário interessante, mas como disse antes isso não prejudica a obra. 

Adorei o livro, ele me prendeu e me apresentou uma das personagens que mais gostei, além de ser um bom livro para conhecer o Follett se não quiser se aventurar de início pelos calhamaços.




Título Original: Jackdaws
Autor: Ken Follett
Editora: Arqueiro
Ano: 2015
Número de páginas: 448
Avaliação: 4/5 

20 de dezembro de 2015

[Livro] Outlander: O resgate no mar – Parte 2 – Diana Gabaldon


Sinopse:
Claire Randall finalmente conseguiu voltar no tempo e reencontrar Jamie Fraser na Escócia do século XVIII, mas sua história está longe do final feliz. O casal terá que superar muitos obstáculos, de fantasmas a perseguições marítimas, mas o principal deles são os vinte anos que se passaram em suas respectivas épocas desde a última vez que se viram. Se a intensa paixão e o desejo entre eles não parecem ter diminuído nem um pouco, o mesmo não se pode dizer sobre a confiança. Jamie agora é um homem endurecido pelo que aconteceu após a Batalha de Culloden. Claire, por sua vez, precisa lidar com o segundo casamento de seu amado e suportar a saudade de Brianna, que ficou sozinha no ano de 1968. A união dos dois será posta à prova quando o sobrinho de Jamie for sequestrado. Juntos, eles precisarão singrar pelos mares e cruzar as Índias Ocidentais para resgatá-lo, provando mais uma vez que nada é capaz de deter uma história de amor que vence as fronteiras do tempo e do espaço. (Fonte: Skoob) 

Comentários:
Para quem já acompanhou as resenhas dos livros anteriores de Outlander já deve ter percebido (se não eu assumo de qualquer jeito) que amo Claire e Jaime, adoro os dois enquanto personagens separados e definitivamente gosto mais ainda deles como casal e nesse terceiro livro parte dois teremos muitos momentos incríveis dos dois juntos. 

Enquanto na primeira parte acompanhamos principalmente como foi a vida de cada um separados e os primeiros momentos do reencontro, nesse livro acompanharemos eles voltando a ser marido e mulher, descobrindo o que cada um passou nos vinte anos separados e descobrindo traços novos e relembrando os antigos na personalidade de cada um. 

Porém como já estou acostumada nas histórias de Diana Gabaldon, nem tudo são flores e além de terem que lidar com acontecimentos do hiato do relacionamento há ainda um grande e trágico acontecimento que irá levá-los por caminhos e rumos totalmente inesperados. 

Gostei muito desse livro, primeiro por poder ver o relacionamento deles com uma nova postura, tanto pelo tempo separado quanto por estarem mais velhos, mas que os momentos românticos deles ainda derretem meu coração. 

O amadurecimento deles foi bem trabalhado pela autora e situações complexas são apresentadas para eles resolverem. Outro personagem que também vem ganhando espaço é o Fergus, que depois de conhecê-lo como uma criança na França vê-lo como um homem agora está sendo bem interessante. 

O fluxo da história está bem interessante, principalmente por levar os personagens a uma situação bem inesperada (principalmente se pensarmos nas limitações de Jamie) e nesse novo cenário a aproximação dos personagens é inevitável, fazendo com que a autora consiga trabalhar bem a reaproximação deles. Um ponto que deve ser tocado é que, como nos livros anteriores, Diana mantém um ritmo frenético intercalando momentos de calmaria com situações tensas para dar um bom balanço à narrativa. 

Agora só me resta esperar ansiosamente pelo quarto livro dessa série para reencontrar um dos meus casais preferidos e ver o rumo que a história vai tomar já que no fim desse livro a autora deixou uma enorme porta aberta. 

Série Outlander: 

O resgate no mar (parte 2) - Livro III
Os tambores de outono (partes 1 e 2) - Livro IV
A cruz de fogo (partes 1 e 2) - Livro V
Um sopro de neve e cinzas (partes 1 e 2) - Livro VI
An echo in the bone  

Título Original: Voyager
Autor: Diana Gabaldon
Editora: Saída de Emergência
Ano: 2015
Número de páginas: 656
Avaliação: 4/5 

21 de outubro de 2015

[Livro] Outlander: O resgate no mar – Parte 1 – Diana Gabaldon


Sinopse:

Há vinte anos Claire Randall voltou no tempo e encontrou o amor da sua vida – Jamie Fraser, um escocês do século XVIII. Mas, desde que voltara à sua própria época, ela pensava que ele tinha sido morto na Batalha de Culloden. Agora, em 1968, que seu amado pode estar vivo. A memória do guerreiro escocês não a abandona... seu corpo e sua alma chamam por ele em seus sonhos. Claire terá que fazer uma escolha: voltar para Jamie ou ficar com Brianna, a filha dos dois?

Jamie, por sua vez, está perdido. Os ingleses se recusaram a matá-lo depois de sufocarem a revolta de que ele fazia parte. Longe de sua amada e em meio a um país devastado pela guerra e pela fome, o rapaz precisa retomar sua vida.

As intrigas ficam cada vez mais perigosas e, à medida, que tempo e espaço se misturam, Claire e Jamie têm que encontrar a força e a coragem necessárias para enfrentar o desconhecido. Nesta viagem audaciosa, será que eles vão conseguir se reencontrar? (Fonte: Skoob) 

Comentários:

Jamie e Claire voltaram para alegrar meu coração literário. 

Para aqueles que acompanham o blog há um tempo sabem do meu amor por esse casal e essa trama criada por Diana Gabaldon e com Outlander – O resgate no mar parte I matei a saudade dos meus personagens preferidos e dessa história que me conquistou. 

14 de outubro de 2015

[Teatro] Chaplin – O musical


Como eu estava com saudade de assistir a um musical, e poder retomar esse hábito com Chaplin – O musical foi uma das melhores coisas que fiz. 

Neste musical é apresentado a obra desse grande artista, mas também quem era o homem por trás de Carlitos (seu personagem icônico). 

Logo no começo vemos a relação familiar que Chaplin teve, com um pai ausente e uma mãe que era artista de teatro e como o talento de Chaplin é percebido desde sua infância. Porém sua mãe sofre de demência muito nova levando ele e seu irmão Sidney a viverem um tempo em um orfanato e com uma infância pobre nas ruas de Londres até ser descoberto por um produtor de teatro que levou ambos aos palcos. Logo sua veia cômica é percebida levando Chaplin à América para começar a se tornar o grande ícone conhecido até os dias de hoje. 

Agora vou falar do musical e do encantamento que ele me proporcionou, primeiro vou deixar claro que não possuo um grande conhecimento da bibliografia de Chaplin então não vou me aprofundar nessa questão, quero comentar sobre o espetáculo em si. 


Interpretando o personagem principal temos Jarbas Homem de Mello, que simplesmente ficou muito bom no papel, ao ponto de conseguir reproduzir todos os trejeitos de Carlitos, sua maneira de andar, sua agilidade, o uso da bengala. Ele realmente entrou no papel e é possível ver neste ator a imagem deixada por Chaplin. Pesquisando para essa resenha descobri que Jarbas teve um trabalho de caracterização impressionante, pois considerando que Chaplin tinha diversas habilidades, tanto em cena (como dançarino, acrobata, músico, comediante e ator) quanto fora dela (como produtor, diretor, empresário, humanista e visionário) ele buscou conhecer o máximo desse personagem para poder interpretá-lo e é possível perceber isso  durante sua atuação. 

Outro grande personagem da peça é o irmão de Charles, Sidney, que foi uma grande presença na vida do artista, primeiro como proteção e companhia durante a juventude difícil e depois como seu agente e como aquele que permaneceu ao lado da mãe enquanto ela precisava. A relação dos dois é bem explorada e esse papel é interpretado por Marcelo Antony, que como ator me deixou bem satisfeita, mas na parte musical não senti um grande destaque, porém considerando que o irmão tem poucas músicas não é um ponto que chegue a incomodar. 

Agora a construção da peça em si é minimalista, mas grandiosa em seus detalhes, o palco não traz muitos elementos de cenário, porém isso acabou por dar destaque ao trabalho dos atores. Outro ponto forte é que vários elementos dos filmes de Chaplin são representados, ou em peças cenográficas ou durante coreografias ou falas. E o diferencial que deixa a peça com um toque especial são cenas dos próprios filmes de Charles que são rodados durante as cenas e tocam o coração de quem está assistindo. 


Durante o espetáculo acompanhamos tanto a vida profissional do ícone, com a criação do Carlitos, sua trajetória no cinema, a criação de cenas marcantes (como o discurso de O grande ditador) e toda a parte de seu trabalho como produtor e diretor. Mas também vemos sua vida pessoal (a infância, a relação com o irmão e a mãe, seu “pequeno” problema com mulheres – o excesso delas – seu envolvimento com discursos humanistas, que foi mal interpretado o levando a ser considerado comunista, até o seu banimento dos EUA). 

Esse musical me marcou muito, não pelas músicas em si, mas por todo o trabalho de composição para mostrar aos espectadores quem foi realmente Charles Chaplin, inesquecível. 

O musical está em cartaz no Teatro Procópio Ferreira, mais informações aqui




18 de setembro de 2015

[Filme] O Clube dos Cinco


Sinopse: 
Em virtude de terem cometido pequenos delitos, cinco adolescentes são confinados no colégio em um sábado, com a tarefa de escrever uma redação de mil palavras sobre o que pensam de si mesmos. Apesar de serem pessoas completamente diferentes, enquanto o dia transcorre eles passam a aceitar uns aos outros, fazem várias confissões e tornam-se amigos. (Fonte: Adorocinema)

Comentários:
Sabe aquele filme antigo que você lembra de ter visto, de ter gostado muito, mas não consegue lembrar exatamente o porquê, esse foi o meu caso com o Clube dos Cinco, tinha uma vaga lembrança desse filme e decidi revê-lo e fui tocada por várias questões, e é sobre elas que quero escrever hoje. 

Dessa vez não vou fazer bem uma resenha, seria mais um desabafo sobre as reflexões que fiz depois de assisti-lo. 

16 de setembro de 2015

[Livro] República de Ladrões – Scott Lynch


Sinopse:
Envenenado e à beira da morte, Locke Lamora segue para o norte com seu parceiro, Jean Tannen, em busca de refúgio e de um alquimista para curá-lo. Porém, a verdade é que ninguém pode salvá-lo. Com a sorte, o dinheiro e a esperança esgotados, os Nobres Vigaristas recebem uma oferta de seus arquirrivais, os Magos-Servidores.
As eleições do conselho dos magos se aproximam e as facções precisam de alguém para fazer o trabalho sujo, manipulando votos. Se Locke aceitar, o veneno será purgado de seu corpo com o uso de magia – mas o processo será tão excruciante que ele vai desejar morrer.
Locke acaba cedendo ao saber que o partido da oposição contará com uma mulher do seu passado: Sabeta Belacoros, a única pessoa capaz de se igualar a ele nas habilidades criminosas e mandar em seu coração. Novamente em uma disputa para ver quem é o mais inteligente, Locke precisa se decidir entre enfrentar Sabeta ou cortejá-la, e a vida dos dois pode depender dessa decisão.
República de ladrões leva o leitor ao início da vida de Locke enquanto flerta com o seu fim, revelando todos os matizes de Sabeta e de seu relacionamento com o líder dos Nobres Vigaristas. Misturando momentos tensos e cômicos do passado e do presente, esta obra é, até agora, a melhor de Scott Lynch. (Fonte: Skoob) 

Comentários:
Continuando com as aventuras de nosso vigarista, Locke Lamora, agora em República de Ladrões, iremos acompanhar ele e Jean em uma nova e totalmente inesperada aventura, mas o mais importante desse livro é o foco em uma personagem que até então era uma sombra na vida do protagonista, finalmente o leitor será apresentado a Sabeta. 

8 de julho de 2015

[Filme] Divertida Mente


Sinopse: Riley é uma garota divertida de 11 anos de idade, que deve enfrentar mudanças importantes em sua vida quando seus pais decidem deixar a sua cidade natal, no estado de Minnesota, para viver em San Francisco. Dentro do cérebro de Riley, convivem várias emoções diferentes, como a Alegria, o Medo, a Raiva, o Nojinho e a Tristeza. A líder deles é Alegria, que se esforça bastante para fazer com que a vida de Riley seja sempre feliz. Entretanto, uma confusão na sala de controle faz com que ela e Tristeza sejam expelidas para fora do local. Agora, elas precisam percorrer as várias ilhas existentes nos pensamentos de Riley para que possam retornar à sala de controle - e, enquanto isto não acontece, a vida da garota muda radicalmente. (Fonte: Adorocinema)

Comentários:
Fui ao cinema buscando uma animação leve e que me divertisse, com esse objetivo acabei por assistir Divertida Mente, e posso dizer que saí da sala com muito mais do que buscava, um ótimo desenho que proporciona risadas e momentos engraçados, mas que de uma forma leve e bonita passa uma lição de vida muito boa sobre basicamente como lidar com a complexidade dos sentimentos.

26 de junho de 2015

[Livro] O Garoto no Convés – John Boyne


Sinopse:Em abril de 1789, semanas após concluir no Taiti uma curiosa missão com fins botânicos, o navio de guerra britânico HMS Bounty foi palco de uma revolta de parte da tripulação contra o capitão William Bligh, que acabou deixado à própria sorte em um bote em alto-mar, com os marinheiros ainda fiéis a seu comando. Sem provisões e instrumentos de navegação adequados, o grupo enfrentou 48 dias de duras provações até alcançar a costa do Timor. O episódio inspirou numerosos livros e filmes. Em 'O garoto no convés', a história da expedição é narrada do ponto de vista de John Jacob Turnstile, um garoto de Portsmouth, sul da Inglaterra, que sofre abusos de toda sorte, inclusive sexuais, no orfanato e pratica pequenos furtos nas ruas da cidade. Detido pela polícia após roubar um relógio, é salvo pela própria vítima do roubo quando esta lhe faz uma proposta - em vez de ficar encarcerado, embarcaria no HMS Bounty para passar pelo menos dezoito meses como criado particular do respeitado capitão Bligh. Turnstile aceita a barganha, planejando fugir na primeira oportunidade. Mas a rígida disciplina da vida no mar e uma relação cada vez mais leal com o capitão transformarão sua vida para sempre. É pela voz desse adolescente insolente e sagaz, mas ao mesmo tempo frágil e ingênuo, que o leitor acompanhará uma viagem repleta de intrigas, tempestades intransponíveis, cenários exóticos e lições de lealdade, paixão e sobrevivência. (Fonte: Skoob) 

Comentários:
O Garoto no Convés foi o livro que tinha escolhido para ler em um desafio, mas por diversos motivos acabei não conseguindo completar a leitura a tempo porém como já tinha iniciado o livro e tinha uma ótima referência anterior do autor (de O Menino do Pijama Listrado) decidi continuar e isso foi uma das melhores coisas que fiz. 

24 de junho de 2015

[Série] Outlander – Primeira Temporada


Posso dizer, quase com certeza, que esse é um dos posts de série mais difícil que já fiz, primeiro por ser de uma série que é a adaptação de um livro que tomou minha vida nos últimos tempos, segundo por que trouxe dois personagens que adoro (Claire e Jamie) e por último que, como uma obra vista de um ponto de vista isolado ela me encantou, me prendeu e fez com que domingos se tornassem dia de Outlander. 

18 de junho de 2015

[Maratona Mad Max] Mad Max – Estrada da fúria


Sinopse: Após ser capturado por Immortan Joe, um guerreiro das estradas chamado Max (Tom Hardy) se vê no meio de uma guerra mortal, iniciada pela Imperatriz Furiosa (Charlize Theron) na tentativa se salvar um grupo de garotas. Também tentanto fugir, Max aceita ajudar Furiosa em sua luta contra Joe e se vê dividido entre mais uma vez seguir sozinho seu caminho ou ficar com o grupo. (Fonte: Adorocinema)

Comentários:
Quando assisti aos três filmes anteriores já tinha uma boa esperança de que essa nova filmagem pudesse ser realmente muito boa, como não consegui ver na estreia acompanhei os comentários falando o quão espetacular esse filme é e essa pequena esperança chegou a níveis de empolgação desenfreada, e foi assim que sentei na sala do cinema para ver em 3D Mad Max – estrada da fúria e no fim saí sem ar, eufórica e totalmente satisfeita com o resultado.

16 de junho de 2015

[Livro] Mar da tranquilidade – Katja Millay


Sinopse:Nastya Kashnikov foi privada daquilo que mais amava e perdeu sua voz e a própria identidade. Agora, dois anos e meio depois, ela se muda para outra cidade, determinada a manter seu passado em segredo e a não deixar ninguém se aproximar. Mas seus planos vão por água abaixo quando encontra um garoto que parece tão antissocial quanto ela. É como se Josh Bennett tivesse um campo de força ao seu redor. Ninguém se aproxima dele, e isso faz com que Nastya fique intrigada, inexplicavelmente atraída por ele.A história de Josh não é segredo para ninguém. Todas as pessoas que ele amou foram arrancadas prematuramente de sua vida. Agora, aos 17 anos, não restou ninguém. Quando o seu nome é sinônimo de morte, é natural que todos o deixem em paz. Todos menos seu melhor amigo e Nastya, que aos poucos vai se introduzindo em todos os aspectos de sua vida.À medida que a inegável atração entre os dois fica mais forte, Josh começa a questionar se algum dia descobrirá os segredos que Nastya esconde – ou se é isso mesmo que ele quer.Eleito um dos melhores livros de 2013 pelo School Library Journal, Mar da Tranquilidade é uma história rica e intensa, construída de forma magistral. Seus personagens parecem saltar do papel e, assim como na vida, ninguém é o que aparenta à primeira vista. Um livro bonito e poético sobre companheirismo, amizade e o milagre das segundas chances. (Fonte: Skoob) 

Comentários:
Cheguei a esse livro através de uma indicação, uma amiga tinha comentado que foi um dos melhores romances que leu e, contrariando tudo o que costumo fazer, com quase nenhuma informação além dessa, pedi esse livro de parceria da Editora Arqueiro e não me arrependi, não foi o melhor romance da minha vida, mas com certeza foi uma leitura prazerosa e uma história que vale a pena ser conhecida.

14 de junho de 2015

[Maratona Mad Max] Mad Max – Além da cúpula do trovão


Sinopse: Após a destruição da civilização surge Bartertown, uma cidade no deserto com regras primitivas e mortais que tem uma governante (Tina Turner) que deseja consolidar seu poder a qualquer preço. Até que lá chega Max (Mel Gibson), que é forçado a participar de uma luta e, por ter se recusado a matar seu oponente, acaba sendo banido no deserto. Até que um grupo de jovens selvagens o salvam e passam a considerá-lo um messias que os levará até uma nova terra.  (Fonte: Adorocinema)

Comentários:
E chegando quase ao final dessa maratona posso dizer que cada vez estou mais empolgada para conseguir ver a adaptação mais recente desse filme. 
Se no primeiro me remeteu a confusão, no segundo a um show de rock esse último me deu a sensação de eventos um pouco desconexos, mas isso não diminuiu a diversão de ver esse filme, afinal além de Mel Gibson também teremos Tina Turner. 

6 de junho de 2015

[Maratona Mad Max] Mad Max 2 – A caçada continua


Sinopse: 
No futuro o bem mais precioso é a gasolina, em virtude de uma guerra que acabou com os campos petrolíferos do Oriente Médio. Tendo combustível pode-se fugir da morte ou se dirigir a algum lugar para matar alguém. Neste contexto, Max (Mel Gibson) resolve ajudar uma comunidade a defender sua refinaria contra uma gangue de motoqueiros. (Fonte: Adorocinema)

Comentários:
Dando continuidade a maratona Mad Max assisti ao segundo filme e posso dizer que gostei bem mais desse que do primeiro, o clima, as perseguições e as tomadas foram mais o que eu estava esperando do filme anterior.