31 de janeiro de 2015

Em janeiro


Este ano no blog vou fazer um novo post, a cada final de mês e tentar escrever um resumo de tudo o que aconteceu nesses dias.

Como todo o primeiro mês do ano comecei cheia de esperanças, promessas e planos para o ano, agora no fim do mês metade disso já se esvaiu rs, mas não tem problema, começamos tudo de novo em fevereiro. Esse mês foi mais tranquilo, estou sem trabalho então consegui manter posts mais regulares, começar a maratona do oscar e fazer uns passeios, queria ter feito bem mais, porém posso dizer que no saldo até que foi um mês proveitoso.

O que chegou:

Estou me segurando nas compras, então esse mês o saldo de novos livros veio da parceria com a editora Arqueiro que me envio o Libélula no Âmbar (segundo livro da série Outlander) e Um lugar chamado liberdade do Ken Follet.

Livros:

Apesar de ter sido um mês tranquilo não consegui ler tanto quanto eu queria, mas foi um saldo bom. As leituras foram o terceiro livro da série Guerra dos Fae (essa resenha está no blog Memories of the Angel), dois livros da Série Mortal (Nudez Mortal – que foi uma releitura -  e Glória Mortal) e fechei o mês com a leitura de Mares de Sangue, segundo livro da série Nobres Vigaristas (post em breve).  Agora vou adiantar duas leituras para o blog da Mi para depois poder me acabar com o Libélula no Âmbar (Ai, Jamie...)

Filmes:

Devido ao projeto Maratona Oscar 2015 esse foi um mês com um saldo bem grande de filmes.

Antes do projeto assisti Operação Big Hero, que entrou na minha lista de melhores animações e de desejos, afinal eu quero um Baymax. Depois foi a vez de Os Pinguins de Madagascar, me diverti bastante e foi um refresco. Depois entrei de cabeça na maratona do Oscar, e consegui assistir: Whiplash, Grande Hotel Budapeste, Boyhood e Birdman (esses últimos com posts em breve)


Série:
Séries finalizadas foram poucas, na verdade foi uma, a primeira temporada de Criminal Minds, estou revendo essa série para poder montar os posts e mostrar o quanto ela é boa. Agora estou com três em andamento por enquanto: How to get away with murder, foi uma surpresa muito boa, depois que alguns amigos insistiram para que eu assistisse, cedi e não me arrependi, só os primeiros nove episódios são de querer gritar com o travesseiro no rosto.  Outlander é uma das minhas novas queridas, depois de amar o livro não tinha como não gostar da série, apesar de preferir a Claire do livro o Jaime me deixou agradavelmente feliz rs. Por último estou vendo Agent Carter e foi outra surpresa muito boa, depois de não ter me empolgado tanto com Shield, Agente Carter me agradou logo nos primeiros episódios.  Em fevereiro quero dar continuidade a Criminal Minds, How to get... e Agent Carter, além de contar os dias para a volta de Outlander que será apenas em abril.

Por ai...

Em janeiro fui a duas exposições, porém só fiz post de uma delas, desculpa. A primeira foi a do Salvador Dali, no Tomie Ohtake, estava bem organizada e dividida, apesar de não ter trazido os quadros mais conhecidos, gostei bastante e conheci bem mais sobre esse artista. A segunda exposição foi a do Castelo Rá Tim Bum, e apesar das horas na fila e o cansaço me encantei com a exposição, como coloquei no post foi como poder entrar em uma parte da minha infância, amei. Aqui em São Paulo estão acontecendo outras exposições e estou planejando ir vê-las em fevereiro.




















Esse foi o resumo do mês de janeiro, gostei bastante das coisas que consegui ver e estou com alguns projetos para fevereiro que espero conseguir fazer além de continuar com a maratona Oscar, #partiufevereiro

30 de janeiro de 2015

[Maratona Oscar 2015] O Grande Hotel Budapeste


Sinopse:No período entre as duas guerras mundiais, o famoso gerente de um hotel europeu conhece um jovem empregado e os dois tornam-se melhores amigos. Entre as aventuras vividas pelos dois, constam o roubo de um famoso quadro do Renascimento, a batalha pela grande fortuna de uma família e as transformações históricas durante a primeira metade do século XX. (Fonte: AdoroCinema)

Comentários: 
Mais um filme para a Maratona Oscar 2015 e o escolhido da vez foi o Grande Hotel Budapeste, com uma estética marcante, uma narrativa inusitada e diálogos divertidos foi um filme que me deixou pensando no fim sobre o que ele me transmitiu, na verdade até agora ele permanece em meus pensamentos, mas posso dizer que gostei.

Vou começar comentando sobre a narrativa, que em si é uma surpresa, a história começa com uma mulher visitando a estatua de um escritor com seu livro, depois esse escritor mais velho fazendo um depoimento, logo após vemos esse mesmo escritor mais novo enquanto se hospedava no Grande Hotel Budapeste e em uma conversa com o dono e descobre a história desse lugar encantador, e em um último flashback vemos a história narrada por esse dono de como ele chegou ao hotel, como o adquiriu e como ele mudou sua vida. Sei que pode parecer meio confuso explicado assim, mas no filme tudo se dá de modo tão natural, narrativas dentro de narrativas que se misturam e se sobrepõem para contar uma história.

Na verdade o foco de tudo está em M. Gustave, que em um período de guerra gerencia perfeitamente o Hotel Budapeste, e em Zero, o garoto que acaba de chegar ao hotel para ser um mensageiro e em como os dois se tornam amigos e vão viver muitas experienciais juntos, tudo motivado por uma herança deixada para M. Gustave que será motivo de brigas, mortes, desavenças e aventuras.

A parte estética do filme tem um diferencial, os cenários, as tomadas, figurinos, enfim tudo tem um toque pitoresco e dramático, mas que envolveu bem o clima do filme, as menções a guerra e representações dos personagens.
Esses últimos são um fator bem importante no filme, bem caricaturados eles chegam ao limite da interpretação entre o sério e o cômico pendendo entre os dois lados, o trabalho de Ralph Fiennes como M. Gustave está muito boa, ele conseguiu interagir tão bem com seu personagem, a história e sua atuação são marcantes. Tony Revolori também tem grande destaque como Zero, e ambos dão vida à trama.

E por falar em história, ela foi o que mais me intrigou no filme, em um olhar superficial pode-se dizer que seria simplesmente a história de um hotel regada com momentos cômicos e um tanto quanto pitorescos, mas com suas referências e pequenas críticas, sinto como se fosse um filme em camadas, e eu teria de assisti-lo mais algumas vezes, não que ele seja complexo e com um grande fundo moral, mas ele tem seu valor e algumas coisas a contar.

Como segundo filme da maratona continuo satisfeita com a seleção e curiosa com os demais.





Título original: The Grand Budapest Hotel
Duração: 100 min.
Direção: Wes Anderson
Roteiro: Wes Anderson
Elenco:  Ralph Fiennes, Tony Revolori, F. Murray Abraham, Mathieu Amalric, Adrien Brody, Willem Dafoe, Jeff Goldblum, Harvey Keitel, Jude Law, Bill Murray, Edward Norton, Saoirse Ronan, Jason Schwartzman, Léa Seydoux, Tilda Swinton, Tom Wilkinson e Owen Wilson
Distribuidora: Fox Filmes
Ano: 2014
Avaliação: 4/5

29 de janeiro de 2015

[Livro] Glória Mortal – J. D. Robb



Sinopse:A primeira vítima foi encontrada caída na calçada, na chuva. A segunda foi morta no próprio prédio onde morava. A tenente Eve Dallas, da Polícia de Nova York, não teve dificuldades para encontrar uma ligação entre os dois crimes. As duas vítimas eram mulheres lindas e muito bem-sucedidas, mas que mantinham relações que poderiam provocar suas mortes. Suas vidas glamourosas e seus casos amorosos eram assunto na cidade, assim como suas relações íntimas com homens poderosos e riquíssimos. Livro escrito por J.D. Robb - pseudônimo da escritora norte-americana Nora Roberts. (Fonte: Skoob)

Comentários: 
Neste novo livro da Série Mortal os personagens de Nudez Mortal retornam para resolver um novo caso, um novo crime e Eve e Roarke agora precisam lidar com o fato de que realmente estão juntos. Glória Mortal continuará a base criada no primeiro livro e ainda trará o melhor do que nos foi apresentado anteriormente. 
A história continua um pouco depois dos acontecimentos do livro anterior, Eve Dallas está tentando se adaptar ao relacionamento surpreendente com Roarke até que tem que assumir um caso complicado, uma promotora conhecida e conceituada é encontrada assassinada com um corte na garganta em uma área suspeita da cidade, além de já ser um caso complicado por si só, ela ainda terá que enfrentar a ligação emocional de seu capitão com o caso. E quanto mais Eve investiga pior fica a situação.
Como se não bastasse a confusão do caso ela ainda tem que lidar com seus sentimentos recém-descobertos e tentar balancear a mulher com a policial, e isso irá afetar seu recente relacionamento com Roarke. 
A narrativa de J.D. Robb continua tão fluída como antes, o caso se desenvolve naturalmente, consegui acompanhar a evolução da investigação junto com Eve, a cada pista criava uma nova suspeita e apesar de ter chutado quem era o assassino certo antes do fim, isso não perdeu o encanto pois toda a investigação é bem amarrada e as pistas são entregues tanto aos personagens como ao leitor  progressivamente conforme o caso se desenvolve, e não em um jorro no final como costuma acontecer com algumas tramas. Uma ressalva que senti neste livro foi o uso de um motivador do crime que já tinha sido elemento da trama anterior e eu esperava uma novidade nessa área, porém isso não desmerece o conteúdo da obra. 
Agora com o relacionamento confirmado o espaço para o romance no livro aumentou, há mais narrativas de cenas de amor, discussões entre os dois e um pouco (bem pouco) sobre o passado de Roarke, e assim ambos ganharam mais profundidade, é possível entender a relutância de Eve em se entregar a um relacionamento e a frustração de Roarke e como eles vão conseguir lidar com isso. Outro ponto positivo é que outros personagens ganharam mais espaço, como o capitão de Eve e Feeney que são retomados nesse segundo livro. 
Com uma trama elaborada e um final surpreendente continuo bem empolgada com a leitura da Série Mortal, agora é ir para o próximo, então que venha Eternidade Mortal. 


Série Mortal: 

  1. Nudez Mortal 
  2. Glória Mortal
  3. Eternidade Mortal 
  4. Êxtase Mortal
  5. Cerimônia Mortal
  6. Vingança Mortal
  7. Natal Mortal
  8. Conspiração Mortal
  9. Lealdade Mortal
  10. Testemunha Mortal 
  11. Julgamento Mortal 
  12. Traição Mortal 
  13. Sedução Mortal 
  14. Reencontro Mortal 
  15. Pureza Mortal 
  16. Retrato Mortal 
  17. Imitação Mortal 
  18. Dilema Mortal
  19. Visão Mortal
  20. Sobrevivência Mortal
  21. Origem Mortal
  22. Recordação Mortal 






Título Original: Glory in Death
Autor: J.D. Robb
Editora: Bertrand Brasil
Ano: 2009
Número de páginas: 364
Avaliação: 4,5/5 

28 de janeiro de 2015

[Maratona Oscar 2015] Whiplash - Em Busca da Perfeição


Sinopse:O solitário Andrew (Miles Teller) é um jovem baterista que sonha em ser o melhor de sua geração e marcar seu nome na música americana como fez Buddy Rich, seu maior ídolo na bateria. Após chamar a atenção do reverenciado e impiedoso mestre do jazz Terence Fletcher (JK Simmons), Andrew entra para a orquestra principal do conservatório de Shaffer, a melhor escola de música dos Estados Unidos. Entretanto, a convivência com o abusivo maestro fará Andrew transformar seu sonho em obsessão, fazendo de tudo para chegar a um novo nível como músico, mesmo que isso coloque em risco seus relacionamentos com sua namorada e sua saúde física e mental.


Comentários: 
Como expliquei no post de apresentação desse desafio, decidi fazer uma maratona do Oscar 2015 e escolhi começar com um filme que eu já estava interessada em ver: Whiplash – Em busca da perfeição, e não poderia ter tido início melhor, amei o filme. 
Assim que o filme começou eu imaginei que seria mais uma daquelas histórias de superação de limites e busca de sonhos, que em alguns aspectos está até batido, porém fui totalmente impressionada. Não que esses temas não sejam o foco, pois são, mas o jeito com que foi abordado, os personagens, a trama, o final, enfim tudo foi um diferencial que prova que pode haver inovação em ideias que já foram trabalhadas antes.


O foco é em Andrew, um baterista jovem e cheio de ambição que busca se tornar o melhor e em Fletcher um mestre do jazz que irá além dos limites para buscar os melhores, trazendo a reflexão uma discussão tão antiga quanto conhecida, qual o limite em se incentivar alguém. Fletcher tem meios pouco ortodoxos de fazer com que Andrew sempre mostre seu melhor: grita, humilha e o faz trabalhar até o suor, sangue e lágrimas. Porém ele realmente extrai o melhor de seu pupilo colocando em voga que nem sempre um tratamento afável é o melhor para fazer as pessoas evoluírem. 

E em meio a esse debate surgiu uma frase que me marcou muito para essa reflexão: “Não há palavras mais nocivas do que ‘bom trabalho’”. 
A representação dos personagens principais foi uma das características que gostei a interação entre eles é magnífica. O trabalho de Miles Teller e JK Simmons está muito bom é possível realmente os ver no papel, entrar no filme, os dois se enfrentam e se desafiam a todo o tempo. 
Há também a dualidade dos dois em pauta: Flecher é um sacana, como  esperado, porém fugindo do estereótipo do aluno bonzinho, Andrew tem vários defeitos; sim, ele é levado além de suas forças, mas possui muita ambição e não mede seus atos para chegar onde quer, resumindo,  eles se odeiam e se admiram, são a dupla perfeita. 

O ritmo do filme é intenso e tenso, e isso justifica sua curta duração, quando piscamos a história já acabou e estamos suando tanto quanto Andrew. Confesso que me segurava a cada bronca (ou crise, ou ataque histérico, depende de como você quer definir) de Fletcher e me deliciava e ficava boquiaberta com cada solo de bateria, o fim me deixou em suspenso por um tempo, tanto que tive que confirmar com uma amiga se era assim mesmo, mas ele mantém o clima criado em toda a história. 

Como primeiro filme dessa maratona ele me impressionou bem e eu gostei muito, enredo já conhecido, mas representado de maneira excelente e surpreendente. 





Título original: Whiplash
Duração: 109 min.
Direção: Damien Chazelle
Roteiro: Damien Chazelle
Elenco: Miles Teller, J.K. Simmons, Melissa Benoist, Paul Reiser, Austin Stowell, Jayson Blair, Damon Gupton, Kavita Patil
Distribuidora: Columbia Tristar
Ano: 2015
Avaliação: 5/5

27 de janeiro de 2015

[Por ai] Exposição Castelo Rá Tim Bum


Poder entrar em um lugar em que está guardada sua infância, que as paredes lembrem tempos passados e que você seja inundado de toda uma nostalgia. Foi assim que eu me senti ao entrar na exposição do Castelo Rá Tim Bum que estava em exibição no MIS, em São Paulo.

Gostaria de ter feito esse post antes para recomendar fortemente a visita, porém eu mesma só consegui ir à exposição na última semana, sempre lotada e muito visada conseguir ingressos era sempre uma jogada de sorte e risco. Só para ilustrar eu e a Milena fomos na última quinta-feira (22/1), chegamos no MIS às 9h30, conseguimos comprar os ingressos às 15h (sim, mais de cinco horas de fila) para entrar às 17h, como podem imaginar ao chegar o momento de entrar estava com as expectativas altas (afinal teria que valer a pena todo o esforço) e morta de cansaço, mas só de ver a entrada da exposição, que tem a porta do castelo com o porteiro tudo foi esquecido e fiquei cada vez mais encantada em cada novo ambiente em que entrava, só lembrei do quanto meus pés estavam doendo quando sai rs.


A exposição conta com réplicas completas de ambientes, objetos originais, figurinos além de áudios e vídeos. Os ambientes são bem organizados e sinalizados, eles conseguiram trazer todos os personagens e elementos do programa, eu pelo menos não senti falta de nada.


Os ambientes são um dos fatores que mais encantaram, pois se não estavam sendo reproduzidos exatamente como o original (sendo esse o caso da sala de estar, o quarto do Nino, a sala de música, entre outros) eles traziam elementos simbólicos e marcantes (como o laboratório do Tibio e Peroneo, o quarto da Morgana, a biblioteca e outros) foi possível conseguir se sentir dentro do programa tornando o castelo fosse real.

Outra grande surpresa foram os figurinos, eles trouxeram o de todos os personagens, as roupas ficavam em manequins e completavam os ambientes. Até os bonecos foram lembrados, como o gato, o mau,  flip flap, enfim, todos.
A única coisa que eu não gostei muito foi que no dia em que fui tinha muita gente (mas muita gente mesmo), então ficou um pouco complicado aproveitar os ambientes, tirar foto e circular, e ainda tinham filas grandes para tirar fotos com alguns personagens, como a Celeste e o porteiro.


Encantadora e algo que não vou esquecer, realizar um sonho infantil mesmo depois de adulta, entrar, tirar fotos, cantar as músicas, lembrar de episódios, com certeza valeu a pena todo o esforço, gostaria que ela durasse mais para poder visitar outras vezes. 
A exposição estava sendo realizada no Museu da Imagem e Som (MIS) de 16 de julho de 2014 a 25 de janeiro de 2015.

26 de janeiro de 2015

[Maratona Oscar/Music Monday] Everything is Awesome

Aproveitando a Maratona Oscar que está acontecendo aqui no blog, fiz umas alterações e até o dia da premiação (22 de fevereiro) o Music Monday trará os candidatos a Melhor Canção Original. 
E a música desse primeiro post é Everything is Awesome, de The Lonely Island, Mark Mothersbaugh, Tegan and Sara, do filme Uma Aventura Lego. Assumo que nem a música, nem a letra fazem muito meu estilo, mas consigo imaginá-la num contexto do filme Lego. 



Everything is Awesome


Everything is awesome
Everything is cool when your part of a team
Everything is awesome
When you're living out a dream

Everything is better when we stick together
Side by side, you and I
Are gonna win forever
Let's party forever
We're the same, I'm like you
You're like me, we're a working harmony

Everything is awesome
Everything is cool when you're part of a team
Everything is awesome
When you're living out a dream

3, 2, 1, go

Have you heard the news? Everyone's talking
Life is good 'cause everything is awesome
Lost my job, it's a new opportunity
More freaked out from an all-star community
Feel more awesome than an awesome pawsome
Kick my body in chocolate frosting
Three years later, washed out the frosting
Smelled like a blossom, everything is awesome

Everything is better when we stick together
Side by side, you and I
Are gonna win forever
Let's party forever
We're the same, I'm like you
You're like me, we're a working harmony

Everything is awesome
Everything is cool when you're part of a team
Everything is awesome
When you're living out a dream


Blue skies, downtown springs
We just named some awesome things
A Nobel prize, a piece of string
You know what's awesome? Everything

Everything is awesome
Everything is cool when your part of a team
Everything is awesome
When you're living out a dream



24 de janeiro de 2015

Maratona Oscar 2015


Conversando com a Milena e com a Jéssica pensamos em fazer uma Maratona do Oscar 2015, mas aqui no Vintecinco Devaneios vou fazer uma pequena alteração pensando em tentativas falhas do passado... nunca consegui cumprir uma maratona completa do Oscar, todos os anos prometo ver os filmes e até hoje nunca consegui cumprir o desafio em sua plenitude, já houveram anos em que não vi nenhum dos filmes indicados. Considerando essa minha pequena falha vou fazer um desafio mais honesto, aqui me comprometo a assistir a maior parte dos filmes que conseguir, dando prioridade aos indicados de melhor filme e animação (uma das minhas personalidades tem 7 anos e ama animação rs), conforme eu for coseguindo ver os filmes eu comento por aqui o que achei e se tiver alguma torcida, por isso a programação do blog vai ficar um pouco diferente nesses dias, mais postagens que o normal e mias filmes que o normal.  
Abaixo a lista dos indicados para ficar mais fácil de acompanhar a maratona:  

Melhor filme
"Sniper Americano"
"Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)"
"Boyhood - Da Infância à Juventude"
"O Grande Hotel Budapeste"
"O Jogo da Imitação"
"Selma"
"A Teoria de Tudo"
"Whiplash - Em Busca da Perfeição"

Melhor direção
Alejandro G. Iñárritu - "Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)"
Richard Linklater - "Boyhood - Da Infância à Juventude"
Bennett Miller - "Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo"
Wes Anderson - "O Grande Hotel Budapeste"
Morten Tyldum - "O Jogo da Imitação"

Melhor atriz
Marion Cotillard ("Dois Dias, uma Noite")
Felicity Jones ("A Teoria de Tudo")
Julianne Moore ("Para Sempre Alice")
Reese Witherspoon ("Livre")
Rosamund Pike ("Garota Exemplar")

Melhor ator
Steve Carell ("Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo")
Benedict Cumberbatch ("O Jogo da Imitação")
Michael Keaton ("Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)
Eddie Redmayne ("A Teoria de Tudo")
Bradley Cooper ("Sniper Americano")

Melhor atriz coadjuvante
Patricia Arquette, "Boyhood - Da Infância à Juventude"
Keira Knightley, "O Jogo da Imitação"
Emma Stone, "Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)"
Meryl Streep, "Caminhos da Floresta"
Laura Dern, "Livre"

Melhor ator coadjuvante
Edward Norton ("Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)")
Ethan Hawke ("Boyhood - Da Infância à Juventude")
J.K. Simmons ("Whiplash: Em Busca da Perfeição")
Mark Ruffalo ("Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo")
Robert Duvall ("O Juiz")

Melhor roteiro original
Wes Anderson, "O Grande Hotel Budapeste"
E. Max Frye e Dan Futterman, "Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo"
Alejandro González Inarritu, Nicolas Giacobone, Alexander Dinelaris, Armando Bo, "Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)"
Richard Linklater, "Boyhood - Da Infância à Juventude"
Dan Gilroy, "O Abutre"

Melhor roteiro adaptado
Jason Hall, "Sniper Americano"
Graham Moore, "O Jogo da Imitação"
Paul Thomas Anderson, "Vício Inerente"
Anthony McCarten, "A Teoria de Tudo"
Damien Chazelle, "Whiplash: Em Busca da Perfeição"

Melhor canção original
"Everything Is Awesome", Shawn Patterson ("Uma Aventura Lego")
"Glory", by John Stephens e Lonnie Lynn ("Selma")
"Grateful", Diane Warren ("Além das Luzes")
"I'm Not Gonna Miss You", Glen Campbell e Julian Raymond ("Glen Campbell… I'll Be Me")
"Lost Stars", Gregg Alexander e Danielle Brisebois ("Mesmo Se Nada Der Certo")

Melhor fotografia
Emmanuel Lubezki - "Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)"
Robert Yeoman - "O Grande Hotel Budapeste"
Lukasz Zal e Ryszard Lenczewski - "Ida"
Dick Pope - "Sr. Turner"
Roger Deakins - "Invencível"

Melhor longa de animação
"Operação Big Hero" - Don Hall, Chris Williams e Roy Conli
"Os Boxtrolls" - Anthony Stacchi, Graham Annable e Travis Knight
"Como Treinar o Seu Dragão 2" - Dean DeBlois e Bonnie Arnold
"Song of the Sea" - Tomm Moore e Paul Young
"O Conto da Princesa Kaguya" Isao Takahata e Yoshiaki Nishimura

Melhor filme estrangeiro
"Relatos Selvagens" (Argentina")
"Ida" (Polônia)
"Leviatã" (Rússia)
"Tangerines" (Estônia)
"Timbuktu" (França/Mauritania)

Melhor documentário
"O Sal da Terra"
"Citizenfour"
"A Fotografia Oculta de Vivian Maier"
"Last Days in Vietnam"
"Virunga"

Melhor edição
"Sniper Americano" - Joel Cox e Gary D. Roach
"Boyhood - Da Infância à Juventude" - Sandra Adair
"O Grande Hotel Budapeste" - Barney Pilling
"O Jogo da Imitação" - William Goldenberg
"Whiplash - Em Busca da Perfeição" - Tom Cross

Melhor trilha sonora original
"O Grande Hotel Budapeste" - Alexandre Desplat
"O Jogo da Imitação" - Alexandre Desplat
"Interestelar" - Hans Zimmer
"Sr. Turner" - Gary Yershon
"A Teoria de Tudo" - Jóhann Jóhannsson

Melhor figurino
"O Grande Hotel Budapeste" - Milena Canonero
"Vício Inerente" - Mark Bridges
"Caminhos da Floresta" - Colleen Atwood
"Malévola" - Anna B. Sheppard e Jane Clive
"Sr. Turner" - Jacqueline Durran

Melhor cabelo e maquiagem
"Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo"
"O Grande Hotel Budapeste"
"Guardiões da Galáxia"

Melhor desenho de produção
"O Grande Hotel Budapeste" - Adam Stockhausen e Anna Pinnock
"O Jogo da Imitação" - Maria Djurkovic e Tatiana Macdonald
"Interestelar" - Nathan Crowley e Gary Fettis
"Caminhos da Floresta" - Dennis Gassner e Anna Pinnock
"Sr. Turner" - Suzie Davies e Charlotte Watts

Melhor edição de som
"Sniper Americano"
"Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)"
"O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos"
"Interestelar"
"Invencível"

Melhor mixagem de som
"Sniper Americano"
"Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)"
"Interestelar"
"Invencível"
"Whiplash: Em Busca da Perfeição"

Melhores efeitos visuais
"Capitão América 2: O Soldado Invernal"
"Planeta dos Macacos: O Confronto"
"Guardiões da Galáxia"
"Interestelar"
"X-Men: Dias de um Futuro Esquecido"

Melhor documentário curta-metragem
"Crisis Hotline: Veterans Press 1" - Ellen Goosenberg Kent e Dana Perry
"Joanna" - Aneta Kopacz
"Our Curse" - Tomasz Sliwinski e Maciej Slesicki
"The Reaper (La Parka)" - Gabriel Serra Arguello
"White Earth" - J. Christian Jensen

Melhor curta de animação
"The Bigger Picture" - Daisy Jacobs e Christopher Hees
"The Dam Keeper" - Robert Kondo e Dice Tsutsumi
"O Banquete" - Patrick Osborne e Kristina Reed
"Me and My Moulton" - Torill Kove
"A Single Life" - Joris Oprins

Melhor curta de ficção
"Aya" - Oded Binnun e Mihal Brezis
"Boogaloo and Graham" - Michael Lennox e Ronan Blaney
"Butter Lamp (La Lampe Au Beurre De Yak)" - Hu Wei e Julien Féret
"Parvaneh" - Talkhon Hamzavi e Stefan Eichenberger
"The Phone Call" - Mat Kirkby e James Lucas

22 de janeiro de 2015

[Livro] Nudez Mortal – J. D. Robb


Sinopse:Eve Dallas é tenente da polícia de Nova York e está caçando um assassino cruel. Em mais de dez anos na força policial ela já viu de tudo e sabe que a própria sobrevivência depende de seus instintos. Eve avança contra todos os avisos que lhe dão para não se envolver com Roarke, bilionário irlandês, o principal suspeito de um dos casos de assassinato que ela está investigando. A paixão e a sedução, porém, possuem regras próprias, e depende de Eve assumir um risco nos braços de um homem sobre o qual ela nada sabe, a não ser a necessidade de sentir o toque dele, que se transformou em um vício para ela. (Fonte: Skoob) 

Comentários:
Há uns dias decide reler o livro Nudez Mortal, leitura que fiz tempos atrás, para poder continuar a Série Mortal e vi que na verdade nunca fiz um post para esse livro, que por sinal eu gosto muito, então aqui estou com um relato de releitura do início da Série Mortal.
J.D Robb é um pseudônimo usado por Nora Roberts para essa série policial, que se passa em um ambiente futurista e trará a tenente Eve Dallas como personagem principal.
Nesse primeiro livro Eve, após o fim de uma autuação complicada acaba sendo encarrega de um caso particularmente espinhoso, o assassinato brutal de uma prostituta que incrivelmente era de uma família influente da política. Enquanto ela tenta resolver todas as complicações desse mistério novas vítimas aparecem e ela se depara com Roarke no meio dessa investigação, um homem misterioso e atraente que entrará tanto na investigação como na vida de Eve.
A primeira vez que li a história me prendeu, devorei cada linha, e nesta segunda vez me surpreendi a me ver tão envolvida quanto antes, mesmo já sabendo dos acontecimentos e do rumo de tudo ainda assim mergulhei na história, consegui observar outros detalhes da investigação e prestar atenção melhor nos personagens.
A narrativa é bem fluída, o texto tem um ritmo rápido e a investigação se dá de maneira a envolver o leitor a cada pista, fui surpreendida com quem era o verdadeiro culpado e todo o caso é totalmente consistente, essas são características que me agradam muito em um romance policial, a veracidade e a surpresa com a resolução.
O livro, apesar de se passar em uma realidade futurista, trará assuntos tão comuns hoje e em tempos passados: violência, sexo,  machismo, estupro e agressão contra mulheres. Todos eles muito bem tratados e desenvolvidos permeando o caso de Eve.
Os personagens são um dos fatores fortes dessa narrativa, Eve é muito bem construída como uma mulher forte, destemida e totalmente focada em seu trabalho, porém que possui um mistério em sua vida que a rodeia e perturba. Roarke, um empresário misterioso e forte, com uma história no mínimo conturbada, mas que ainda assim se mostrará diferente para Eve.

Com essa releitura me encantei mais uma vez com toda a história, com Eve e, claro, com Roarke e agora estou bem empolgada para continuar e acompanhar mais histórias com essa dupla.


Série Mortal: 

  1. Nudez Mortal 
  2. Glória Mortal
  3. Eternidade Mortal 
  4. Êxtase Mortal
  5. Cerimônia Mortal
  6. Vingança Mortal
  7. Natal Mortal
  8. Conspiração Mortal
  9. Lealdade Mortal
  10. Testemunha Mortal 
  11. Julgamento Mortal 
  12. Traição Mortal 
  13. Sedução Mortal 
  14. Reencontro Mortal 
  15. Pureza Mortal 
  16. Retrato Mortal 
  17. Imitação Mortal 
  18. Dilema Mortal
  19. Visão Mortal
  20. Sobrevivência Mortal
  21. Origem Mortal
  22. Recordação Mortal 







Título Original: Naked in Death
Autor: J.D. Robb
Editora: Bertrand Brasil
Ano: 2007
Número de páginas: 350
Avaliação: 4,5/5 

20 de janeiro de 2015

[Filme] Os Pinguins de Madagascar


Sinopse:

Vindos da franquia de animação Madagascar, Capitão, Kowalski, Rico e Recruta, a elite do pinguins espiões, são capturados em uma missão que tinha como objetivo presentear o integrante mais novo da tropa (Recruta) em seu aniversário. Eles caem nas garras do temido Dr. Otavius Brine, que se sentiu prejudicado pelo quarteto em um passado remoto. Agora, eles vão ter que impedir o maléfico plano do vilão de se vingar dos pinguins do mundo todo e, para isso, terão que juntar forças com uma especializada agência de espiões, a Vento do Norte, liderada pelo Agente Secreto. Enquanto isso, Recruta tenta provar seu valor como agente especial do time de pinguins. (Fonte: AdoroCinema)


Comentários:

Sabe aquele dia em que você procura um programa leve pra esquecer o estresse da semana, o último sábado foi um dia desses e com esse sentimento que fui ao cinema assistir ao filme Pinguins de Madagascar, e nesse sentido o filme cumpriu seu propósito.

 Assumo aqui que ainda não assisti a nenhum dos filmes do Madagascar e assisti a apenas poucos episódios do desenho dos pinguins que passa na TV então minha referência quase não existe, mas me diverti muito.
A animação começa contando a origem dos pinguins, como Capitão, Kowalski e Rico encontraram o Recruta e se tornaram uma equipe de elite. Em um dia eles são abordados por Dave, um polvo com uma diferença com pinguins já que foi muito desprezado por causa deles. E agora o polvo possui um plano maligno e deve ser impedido. Nessa luta contra Dave eles irão encontrar os integrantes do Vento do Norte, uma organização para ajudar animais fofos e indefesos. Com isso, todos tentam impedir que Dave cumprisse seu plano contra os pinguins enquanto Recruta tenta provar seu valor na equipe.

Gostei do filme, não está na minha lista de preferidos, pois nem sempre as piadas me fizeram rir, mas há tiradas e cenas muito engraçadas, e ver durante toda a trajetória a evolução do Recruta que tenta provar que é um membro valioso para a equipe e do Capitão que terá que pensar sobre sua liderança foi muito legal, realmente distraiu a minha cabeça e me divertiu.

Ps: só uma pequena curiosidade feliz, o agente Secreto da equipe Vento do Norte no áudio original é dublado por Benedict Cumberbatch, só para dar um toque especial (mas eu assisti dublado, snif) 





Título original: The Penguins of Madagascar
Duração: 91 min.
Direção: Simon J. Smith e Eric Darnell
Roteiro: John Aboud e Michael Colton
Distribuidora: Fox Films
Ano: 2015
Avaliação: 3,5/5







18 de janeiro de 2015

[Livro] Se eu ficar – Gayle Forman



Sinopse:Depois do acidente, ela ainda consegue ouvir a música. Ela vê o seu corpo sendo tirado dos destroços do carro de seus pais – mas não sente nada. Tudo o que ela pode fazer é assistir ao esforço dos médicos para salvar sua vida, enquanto seus amigos e parentes aguardam na sala de espera... e o seu amor luta para ficar perto dela. Pelas próximas 24 horas, Mia precisa compreender o que aconteceu antes do acidente – e também o que aconteceu depois. Ela sabe que precisa fazer a escolha mais difícil de todas. (Fonte: Skoob) 

Comentários:
Demorei muito para finalmente ler Se eu ficar, e até hoje já tinha visto diversas críticas tanto em relação ao livro quanto ao filme, com isso minhas expectativas estavam quase nulas e acho que isso me ajudou, pois apesar de ser tratar de um tema um pouco denso achei um livro agradável e uma leitura leve para um momento de distração, não é uma obra para mudar a vida, a narrativa possui algumas resalvas, mas também, para mim, não foi tão ruim quanto imaginei que seria.

O livro traz a narrativa em primeira pessoa toda pelo ponto de vista de Mia, e nessa questão não poderia ser diferente já que após um grave acidente de carro ela se vê “fora de seu corpo” enquanto está na UTI e deve decidir, em meio a toda a tragédia que lhe aconteceu, se deve lutar para continuar viva ou não.

Se eu ficar me agradou em vários aspectos, um deles foi a fluência da narrativa, o livro é curto e o li de um dia para outro (como há muito não fazia) o tema é um pouco pesado, uma adolescente que tem que lidar com a morte dos familiares e a difícil escolha se deve ou não continuar viva, mas a leitura é leve e fluída, quando se percebe o livro já terminou.

Um dos aspectos narrativos que eu gostei, e que foi diferente, foi a crueza com que a personagem encara tudo o que aconteceu, como ela descreve a cena do acidente e sua situação na UTI, não há muitas firulas ou metáforas, ela narra exatamente o que vê.

A autora escolheu um recurso narrativo para contar mais sobre a personagem enquanto ela está em coma que me agradou, foi o uso de flashbacks intercalando situações do presente com referencias passadas para poder mostrar além da interação de Mia com seus familiares, amiga e namorado, um pouco da personalidade de cada um que a rodeia, e tinha tudo para dar muito certo, mas em alguns momentos os flashbacks ficam um pouco desconexos, pois eles não seguem uma linha temporal linear, então não há uma progressão do envolvimento dos personagens, uma hora eles já se conhecem e são amigos ou namorados, em outra ainda são estranhos um ao outro, assim é difícil o leitor sentir a progressão dos sentimentos e criar empatia, acabam sendo informações lançadas durante o texto sobre a história dos personagens.

Achei o relacionamento de Mia e Adam mais verossímil que a maioria dos romances que li, sim eles tem  aquele toque de paixão e magia característico dos livros de romance, mas mostra que nem tudo são flores, eles são diferentes mas não se anulam e por estarem na fase de determinarem seus destinos eles brigam e isso é bem real em um namoro adolescente.

Um ponto que não gostei muito foi o final, eu entendo que o livro possui uma continuação (Para onde ela foi), mas acho que uma história deve se encerrar por sim, e Se eu ficar acaba em um momento de grande clímax mas sem um desfecho definido, sendo que uma grande parte das questões não foram resolvidas, e eu acho que ficaram para o próximo livro mas queria um ponto mais definido, um prólogo por exemplo. E, para mim, não via a necessidade da entrevista com os autores que interpretaram os papéis principais na adaptação cinematográfica, não acrescentou muita coisa a obra como um todo, eu preferia encontrar outros recursos que completassem o livro, como por exemplo, uma lista com todas as referências musicais citadas durante a história, já que a música é um tema de peso e presente durante toda a narrativa.

Um bom livro para uma tarde descontraída de leitura, estou curiosa para descobrir como continuou a história, mas não com uma grande ansiedade, acho que vou esperar uma próxima tarde tranquila para ler Para onde ela foi.

Livros Se eu ficar: 
1 – Se eu ficar
2 – Para onde ela foi


Título Original: If I stay
Autor: Gayle Forman
Editora: Novo Conceito
Ano: 2014
Número de páginas: 224
Avaliação: 3/5 

16 de janeiro de 2015

[Filme] Operação Big Hero


Sinopse: Cidade de San Fransokyo, Estados Unidos. Hiro Hamada (voz de Ryan Potter) é um garoto prodígio que, aos 13 anos, criou um poderoso robô para participar de lutas clandestinas, onde tenta ganhar um bom dinheiro. Seu irmão, Tadashi (voz de Daniel Henney), deseja atraí-lo para algo mais útil e resolve levá-lo até o laboratório onde trabalha, que está repleto de invenções. Hiro conhece os amigos de Tadashi e logo se interessa em estudar ali. Para tanto ele precisa fazer a apresentação de uma grande invenção, de forma a convencer o professor Callahan (James Cromwell) a matriculá-lo. Entretanto, as coisas não saem como ele imaginava e Hiro, deprimido, encontra auxílio inesperado através do robô inflável Baymax (voz Scott Adsit), criado pelo irmão. (Fonte: AdoroCinema)

Comentários: 
Começar o ano assistindo a uma animação está virando uma tradição e espero continuar assim por muito tempo, pois é muito bom começar o ano com muitas risadas e com um filme tão legal quanto Big Hero.
Fui ao cinema sem saber nada da história, e com isso o filme me ganhou em cada cena, os protagonistas são crianças nerds e um robô agente da saúde que irão lutar contra um vilão, gerando momentos totalmente engraçados e lições para reflexão.

Em um cenário futurista que mistura Estados Unidos com Japão a história se inicia com Hiro, um garoto prodígio que pratica lutas de robôs até que um dia seu irmão o leva para a faculdade onde estuda e o apresenta a seus amigos e a Baymax, seu projeto – um robô agente de saúde. Com tudo o que vê, Hiro acaba se interessando por seguir um novo caminho, porém um acontecimento muda o rumo da vida do garoto que em meio a uma busca por resposta transforma os amigos de seu irmão, a si mesmo e a Baymax em uma equipe de heróis.

A animação está muito bem feita, todos os personagens possuem características marcantes e que os define como integrantes do grupo e durante toda a trajetória podemos acompanhar o crescimento de Hiro, que amadurece em decorrência de tudo o que irá passar.

Porém não há como negar que o personagem que rouba a cena nesse filme é Baymax, o robô agente de saúde com seu jeito inocente, possui as melhores cenas e falas, e sua interação com Hiro é o que torna essa animação especial.
Ps: Só para avisar que TEM cenas pós-créditos.

E por fim só tenho a dizer:  Eu quero um Baymax !!!! 



Título original: Big Hero 6
Duração: 102 min.
Direção: Don Hall
Roteiro: Jordan Roberts
Distribuidora: Walt Disney
Ano: 2014
Avaliação: 4,5/5

14 de janeiro de 2015

[Série] Criminal Minds – Primeira Temporada


Criminal Minds é uma série que está em minha lista de preferidas desde a sua primeira temporada e justamente por isso decide rever a série e trazer para o blog um pouco dessa equipe e desse roteiro que gosto tanto.

Nesta primeira temporada somos apresentados a essa divisão especial de investigação do FBI – a UAC (Unidade de Análise Comportamental) que é especializada em investigar serial killer e traçar perfis psicológicos.

A equipe é composta por: Aaron Hotchner (Thomas Gibson), chefe da unidade, Jason Gideon (Mandy Patinkin), Derek Morgan (Shemar Moore), Dr. Spencer Reid (Matthew Gray Gubler), Jennifer Jareau (A.J. Cook),  Elle Greenaway (Lola Glaudini), agentes especiais, e Penelope Garcia (Kirsten Vangsness) como técnica analista. E é nesses personagens que a série tem sua força, eles foram muito bem construídos e possuem traços de personalidade extremamente marcantes, Aaron é sério, Gideon o mais experiente, Derek e Elle são mais ativos, J J é mais humana, e os personagens com mais destaque (pelo menos pra mim): Reid, o jovem gênio que com sua inteligência ajuda a resolver os casos, e o alívio cômico Penelope Garcia que é caracterizada no exagero. Além de bem construídos os atores se entrosaram bem e é possível ver neles algo acima da equipe, algo familiar.


Tirando o elemento humano os casos apresentados são fascinantes. A série aborda dois elementos que geram curiosidade e interesse, os seriais killers e o foco principal da investigação: a análise comportamental, o que há por trás dos assassinatos e como cada caso é único. Trazendo essa abordagem diferente a série ganhou espaço em meio a tantas outras e merece a atenção que tem, os capítulos em sua maioria são fechados, abordando um caso por vez e trazendo diversos tipos de assassinos e suas psicopatias tendo também em seus episódios um pouco da vida de cada integrante da equipe.  

O último episódio fecha bem a série com um gancho e tensão enormes para o começo da segunda temporada. 

Título Original: Criminal Minds
Temporada: Primeira
Ano: 2005/2006
Criador:  Jeff Davis e Janine Sherman Barrois
Emissora: CBS
Episódios: 22
Avaliação: 4/5