29 de dezembro de 2015

Retrospectiva 2015


Seguindo uma das tradições mais características de fim de ano hoje quero trazer para vocês uma retrospectiva do que rolou em 2015. 

Como já falei algumas vezes aqui no blog esse foi um ano complicado pra mim (que venha 2016, por favor) e isso acabou refletindo nas coisas que gosto de fazer: li menos, assisti menos, saí menos, perdi exposições e peças, entre outras coisas. Mas entre o que consegui fazer vários me deixaram felizes e me marcaram então queria reunir e relembrar tudo o que consegui ler/ver/fazer/ouvir... num post e ficar feliz que apesar das complicações boas coisas passaram por mim neste ano. 

Livros: 

Neste ano li 24 livros, foram eles (em ordem de leitura):

15 – Machado de Assis do folhetim ao livro

Olhando todos os livros juntos agora percebi que consegui finalizar duas séries (A primeira lei e Os Hathaways), dei continuidade a algumas e iniciei outras. Li poucos livros únicos (4)  e não tive aquela leitura que marcou meu ano, mas com certeza os que estão no topo de lista de melhores livros são os de Outlander, essa série já tem grande parte do meu coração. 

Filmes: 

Geralmente mais leio livros do que vejo filmes, mas até nisso o ano me trouxe de surpresa, apesar que o aumento do número de filmes que assisto se deve ao meu projeto Oscar do início do ano, que pretendo repetir em 2016. 

Esse ano vi 35 filmes: 

5 – Divergente
24 – Magic Mike
26 – Magic Mike XXL
29 – Perdido em Marte
30 – Star Wars IV – Uma nova esperança 
31 – Star Wars V – O império contra-ataca
32 – Star Wars VI – O retorno de jedi
33 – Star Wars I – A ameaça fantasma
34 – Star Wars II – O ataque dos clones
35 – Star Wars III – A vingança dos Sith

Nesse quesito já posso dizer que meu ano foi repleto de coisas boas e que me marcaram, além de um retorno aos clássicos com os primeiros filmes de Mad Max e Star Wars incluindo também O clube dos cinco tive ótimas e inesquecíveis experiências com filmes que me marcaram e escolher os melhores fica muito difícil, mas se tiver que lembrar de 2015 por um motivo (além de ser o ano em que finalmente assisti Star Wars) vai ser por dois filmes: Mad Max – Estrada da fúria e Divertida Mente, com certeza esses filmes moram em meu coração e em minhas lembranças. 

Séries: 

Esse é meu ponto fraco: demoro horrores para terminar uma temporada, mas como gosto e não desisto nunca vou citar o que vi esse ano:

8 – Sense8 – Primeira temporada

E agora estou com uma dificuldade imensa de escolher o melhor, meu coração fica dividido entre três novidades que me encantaram por motivos diferentes, e como não consigo escolher vou ficar com as quatro que são: Outlander, How to get away with murder, Demolidor e Sense8.

Claro que 2015 também me trouxe outras coisas ótimas, na parte de música foi o ano em que conheci dois artistas que agora estão na minha playlist e embalam meus dias: Sia e Mumford and Sons. Na parte de por onde andei com certeza a Exposição do Castelo Rá Tim Bum foi o que mais vou lembrar, voltar a infância em cenários e réplicas do meu programa preferido de quando era criança foi mágico. E para fechar em relação ao teatro só assisti uma peça nova, mas ela valeu toda a espera, que foi Chaplin

Olhando no fim 2015 tive boas experiências e agora estou cheia de planos para 2016, mas esse já é assunto para outro post. 

26 de dezembro de 2015

[Livro] Redoma – Meg Wolitzer


Sinopse:
Considerado o melhor livro jovem de 2014 pela Time se inspira no clássico autobiográfico de Sylvia Plath para falar sobre a dor da perda e a busca pela aceitação na adolescência
Se a vida fosse justa, Jam Gallahue estaria vivendo sua vida tranquila em Nova Jersey, assistindo a séries de comédia e abraçando seu namorado, Reeve Maxfield. Ela não estaria infeliz e sem vontade de se levantar da cama, nem estaria em um internato para adolescentes “emocionalmente frágeis”, com uma colega de quarto esquisita. Mas a vida não é justa, Jam perdeu seu primeiro amor e está completamente perdida.
A mudança de escola parece a única possibilidade de recuperação para a garota, que passou quase um ano mergulhada em tristeza. No entanto, ela odeia a nova rotina e decide levar tudo com o menor esforço possível. Por isso, Jam fica bastante surpresa quando descobre que foi selecionada para a exclusiva e lendária aula de “Tópicos Especiais em Inglês”, da misteriosa Sra. Quenell.A turma tem mais quatro estudantes, todos com histórico de traumas ainda piores que os de Jam. Mesmo assim, a professora parece não se importar com a fragilidade de seus alunos quando escolhe o livro que trabalhará durante o semestre: A redoma de vidro, de Sylvia Plath. (Fonte: Skoob) 

Comentários:
Redoma nasceu de uma ideia muito boa, usar um livro clássico como base para uma nova história, um enredo jovem, mas que vai falar de temas profundos, como depressão e distúrbios em adolescentes. 

O livro vai contar a história de Jam, que após um trauma em sua vida é enviada pelos pais para o Celeiro, uma escola para adolescentes frágeis e com problemas emocionais. 

Enfrentando a depressão Jam terá que lidar com uma mudança brusca de ambiente e um convite inusitado: ela foi convocada para participar da aula de Tópicos Especiais em Inglês (uma aula super valorizada em que apenas um seleto grupo de alunos pode participar). Lá ela e mais quatro adolescentes irão estudar Sylvia Plath enquanto uma coisa fora da realidade acontece com eles e os ajudam a trabalhar seus traumas. 

Agora comentando minha opinião sobre o livro, a ideia de base da história me encantou, o fato de usarem Sylvia Plath e sua obra A Redoma de Vidro como pano de fundo da trama chamou minha atenção de imediato, porém a leitura não me amarrou como eu achei que faria. 

O problema não foi o enredo, porém eu não consegui me conectar com Jam e sua história. Enquanto os outros adolescentes tinham dramas que tocavam meu coração, não conseguia criar empatia pela Jam, acho que se na verdade o livro fosse contado pelo ponto de vista de algum dos outros adolescentes eu teria gostado mais. 

O livro vai trazer temas fortes e confrontar o leitor com eles, porém acho que ele poderia ter se aprofundado mais em cada uma das histórias, mas o foco era quase todo em Jam e em seu sofrimento. 

Mas falando de um ponto positivo da história, ela vai tratar de um assunto tão atual quanto importante que é a depressão nos jovens, e ao decorrer da leitura é possível perceber como cada um deles lidou com seu trauma, e como, por fim, eles tiveram que aprender a viver. Nos dias de hoje esse é um debate importante e o livro pode ser uma porta de abertura para poder tratar desse assunto.  

Título Original: Belzhar
Autor: Meg Wolitzer
Editora: GloboAlt
Ano: 2015
Número de páginas: 287

22 de dezembro de 2015

Coleção Salvat – A volta dos que não foram

 

Para aqueles que não sabem, estou fazendo a coleção Salvat de capa preta, agora imagina minha felicidade ao chegar a minha banca de jornal de costume e comprar o tão finalmente esperado número 60 da coleção, o último (tudo bem, vamos esquecer por uns momentos que tenho uns furos pra completar), achando que ela tinha finalmente chegado ao final depois de quase três anos. Então meu jornaleiro me contou que na verdade ela não ia acabar, que a Salvat expandiu a coleção. Ok, talvez essa não seja uma notícia nova para todos, mas para mim foi uma bomba. 

Não que eu não esteja feliz com a coleção, mas é meio frustrante a sensação de que ela não vai acabar nunca, claro que há o ponto positivo de termos mais títulos e personagens marcantes na nossa prateleira, mas também há o ponto não muito legal de, como eu mencionei antes, não ter a sensação de coleção completa (que é boa) além daqueles que estavam esperando a coleção da Salvat acabar para cair de cabeça na coleção da DC/Eaglemoss. Eu preferia que eles tivessem esperado um tempo e continuado a coleção com outro nome ou outro formato, com isso ainda não decidi se vou dar prosseguimento ou parar nos 60. 

Agora, depois do meu desabafo, vamos falar de coisas práticas. Pelo que estive pesquisando, na verdade teremos duas expansões: 



  •   Uma dará continuidade a numeração e histórias que a coleção atual trouxe, sendo numeradas do 61 ao 80, e trará arcos e histórias mais modernas. Essa já está nas bancas


  •  A segunda virá antes da coleção atual, e por esse motivo será nomeada em algarismos romanos (I ao XL) para não interferir na numeração já lançada. Serão sessenta volumes e ainda terá como característica histórias clássicas e formação de personagem. 


Como podem ver, ao total teremos 140 títulos o que me faz pensar muito se vale a pena continuar essa coleção. 

Ps: A lista de lançamentos ainda não está concretizada, mas essa é uma prévia pelos títulos da coleção estrangeira e serve como base para termos uma noção de quais edições podemos encontrar, ela pode ser consultada no site O Vicio. 

20 de dezembro de 2015

[Livro] Outlander: O resgate no mar – Parte 2 – Diana Gabaldon


Sinopse:
Claire Randall finalmente conseguiu voltar no tempo e reencontrar Jamie Fraser na Escócia do século XVIII, mas sua história está longe do final feliz. O casal terá que superar muitos obstáculos, de fantasmas a perseguições marítimas, mas o principal deles são os vinte anos que se passaram em suas respectivas épocas desde a última vez que se viram. Se a intensa paixão e o desejo entre eles não parecem ter diminuído nem um pouco, o mesmo não se pode dizer sobre a confiança. Jamie agora é um homem endurecido pelo que aconteceu após a Batalha de Culloden. Claire, por sua vez, precisa lidar com o segundo casamento de seu amado e suportar a saudade de Brianna, que ficou sozinha no ano de 1968. A união dos dois será posta à prova quando o sobrinho de Jamie for sequestrado. Juntos, eles precisarão singrar pelos mares e cruzar as Índias Ocidentais para resgatá-lo, provando mais uma vez que nada é capaz de deter uma história de amor que vence as fronteiras do tempo e do espaço. (Fonte: Skoob) 

Comentários:
Para quem já acompanhou as resenhas dos livros anteriores de Outlander já deve ter percebido (se não eu assumo de qualquer jeito) que amo Claire e Jaime, adoro os dois enquanto personagens separados e definitivamente gosto mais ainda deles como casal e nesse terceiro livro parte dois teremos muitos momentos incríveis dos dois juntos. 

Enquanto na primeira parte acompanhamos principalmente como foi a vida de cada um separados e os primeiros momentos do reencontro, nesse livro acompanharemos eles voltando a ser marido e mulher, descobrindo o que cada um passou nos vinte anos separados e descobrindo traços novos e relembrando os antigos na personalidade de cada um. 

Porém como já estou acostumada nas histórias de Diana Gabaldon, nem tudo são flores e além de terem que lidar com acontecimentos do hiato do relacionamento há ainda um grande e trágico acontecimento que irá levá-los por caminhos e rumos totalmente inesperados. 

Gostei muito desse livro, primeiro por poder ver o relacionamento deles com uma nova postura, tanto pelo tempo separado quanto por estarem mais velhos, mas que os momentos românticos deles ainda derretem meu coração. 

O amadurecimento deles foi bem trabalhado pela autora e situações complexas são apresentadas para eles resolverem. Outro personagem que também vem ganhando espaço é o Fergus, que depois de conhecê-lo como uma criança na França vê-lo como um homem agora está sendo bem interessante. 

O fluxo da história está bem interessante, principalmente por levar os personagens a uma situação bem inesperada (principalmente se pensarmos nas limitações de Jamie) e nesse novo cenário a aproximação dos personagens é inevitável, fazendo com que a autora consiga trabalhar bem a reaproximação deles. Um ponto que deve ser tocado é que, como nos livros anteriores, Diana mantém um ritmo frenético intercalando momentos de calmaria com situações tensas para dar um bom balanço à narrativa. 

Agora só me resta esperar ansiosamente pelo quarto livro dessa série para reencontrar um dos meus casais preferidos e ver o rumo que a história vai tomar já que no fim desse livro a autora deixou uma enorme porta aberta. 

Série Outlander: 

O resgate no mar (parte 2) - Livro III
Os tambores de outono (partes 1 e 2) - Livro IV
A cruz de fogo (partes 1 e 2) - Livro V
Um sopro de neve e cinzas (partes 1 e 2) - Livro VI
An echo in the bone  

Título Original: Voyager
Autor: Diana Gabaldon
Editora: Saída de Emergência
Ano: 2015
Número de páginas: 656
Avaliação: 4/5 

18 de dezembro de 2015

[Promoção] Férias E-Literárias


Olá, queridos leitores!

O final do ano está chegando e isso, para muitos de nós, significa maravilhosas férias!! Esse é aquele momento do ano em que podemos viajar, descansar, sair com os amigos, tirar o atraso daquelas séries no Netflix... Mas principalmente, essa é a época do ano que podemos aproveitar nosso tempo para ler sem culpa!! kkk Todos aqueles lindos livros que negligenciamos durante o ano finalmente vão ganhar a nossa atenção...
No entanto, sabemos que um dos maiores problemas dos leitores que saem de férias e levar com eles todos os livros que pretendem ler, não é mesmo? Haja mala para levar todos os volumes de Game of Thrones ou de Outlander, ou ainda os vinte e três da Série Mortal... kkkkk
E é por isso que vamos ajudar vocês!!

KINDLE* E mais dois kits, com três livros cada

Os prêmios estão identificados abaixo e cada um deles tem um formulário independente, então, para concorrer a todos eles, é necessário preencher cada um dos formulários! As regras são fáceis:

1. Ter endereço de entrega no Brasil;
2. Ter perfil no Facebook, curtir as fanpages dos blogs e preencher corretamente os formulários;
3. Perfis usados apenas para sorteios serão desclassificados.
4. Os ganhadores serão contactados por e-mail e terão 3 dias para responder o mesmo com seus dados de entrega. Caso isso não seja feito, o sorteio será refeito e um novo ganhador anunciado;
5. O envio dos prêmios é de responsabilidade dos blogs participantes, que tem 60 dias, a contar da data de divulgação do resultado para enviar os prêmios aos ganhadores;
6. A promoção vai até o dia 15/01/2016

Prêmio 1: Kindle com tela sensível ao toque e Wi-Fi
a Rafflecopter giveaway Prêmio 2: kit com 3 livros

Premio 2
Paralelos - Livrólogos
Uma Mãe - Vintecinco Devaneios 
Starters - Memories of the Angel 

Prêmio 3: kit com 3 livros
kit3
Grande Magia - Leitora Compulsiva
Quando Saturno Voltar - Lendo e Escrevendo
Eu Compro, Sim! Mas a Culpa é dos Hormônios - Fábrica dos Convites 

As inscrições podem ser feitas até 15/01/2016, e o resultado será divulgado aqui mesmo neste post.
Boa sorte a todos!!!
*Kindle com tela sensível ao toque e wi-fi: equipamento para leitura de livros digitais em formato específico. Não acompanha acessórios. Para saber mais, acesse o Site da Amazon.
**Qualquer dúvida quanto as regras serão resolvidas de acordo com as Regras Gerais do blog Leitora Compulsiva
***Este concurso é de caráter recreativo/cultural e dispensa autorização do Ministério da Fazenda e Justiça, não está vinculado a compra e/ou aquisição de produtos e serviços e a participação é gratuita.

11 de dezembro de 2015

[Tag] Doenças Literárias


Depois de muito tempo decidi fazer uma Tag, afinal é um dos post que mais gosto de ler/ver em outros sites então aproveitando o embalo aproveitei para fazer uma Tag que fui indicada há algum tempo pela amiga querida Paty do blog Lendo e Escrevendo. 


Qualquer um da série dos Hathaways, uma série de romance da Lisa Kleypas que irá contar as histórias amorosas de cada um dos irmãos Hathaways, eu adorei essa série, regada a romance, personagens fortes, homens encantadores, cenas hot e boas tramas, pra quem quer um bom romance pra aliviar a vida. 













Fiquei pensando nessa categoria, olhei minhas leituras até que me toquei que tem um que com certeza não vou ler de novo, e esse é o Marley e Eu. Calma, o livro não é ruim, a história é fofa, e Marley me ganhou, mas não vou reler pois sou extremamente fraca para histórias que envolvam animais, não consigo ver nada de ruim que possa acontecer a um bichinho, me sinto mal e acabo não aproveitando, então esse é um livro que apesar de não ter sido ruim eu não vou ler mais. 




Fiquei pensando o que essa categoria queria dizer, e cheguei a conclusão que seria algo que virou moda, com isso tenho alguns títulos, mas um que quero citar foi um dos primeiros que vi o povo ler no metrô e nas filas de ônibus em peso, e esse foi O Código da Vinci, apesar de muitas críticas à escrita de Dan Brown vou dizer que gostei da leitura, o livro me prendeu nas histórias e no desenvolvimento do mistério e acredito que tenha acabado por contagiar muitas pessoas. 




Aproveitando a sessão recordar é viver quero falar de um livro que li anos atrás e que até hoje a sensação de empolgação ainda não me abandonou apesar de eu não o ter relido ainda, ele também foi uma das minhas primeiras experiências com autor nacional de fantasia, e esse livro é os Sete, do André Vianco, o livro me prendeu de um jeito que virei a noite na leitura. 




Estava dando uma busca no meu Skoob para ver um livro para essa categoria, e queria um que eu não lembrasse de nada da história até que vi um que apesar de eu ter avaliado bem eu não lembro nada e sinceramente não sei o porquê de tal esquecimento, acabei de dar esse livro de presente para uma amiga pois não vou continuar a série, por isso vou esperar ela ler para que contar a história. 




Aqui nem tive dúvida em indicar Tigana, e acho que por um tempo vou continuar a indicar esse livro. Um enredo muito bem construído com personagens apaixonantes. Uma trama política em um universo fantástico, mas que ainda pode ser totalmente relacionada com o mundo real. Leiam Tigana. 























Harry Potter e as Reliquias da Morte – acompanhei a história do Harry desde o primeiro livro, ano após ano esperando lançamentos, morrendo para ler antes que alguém me desse algum spoiler (o que nem sempre deu certo) mas com esse último livro eu tinha todas as expectativas de anos acumulada, comprei na pré-venda e assim que ele chegou passei a viver de suas palavras, se minha mãe não me lembrasse eu não comia, não dormi, não fiz praticamente nada até chegar às últimas linhas, e posso dizer que faz um bom tempo que um livro não me consome dessa maneira. 






Acho que até ler Outlander eu nunca tinha tido um desejo muito forte de viajar ou estar em algum lugar em que a história se passava, mas quando Diana Gabaldon descreveu a Escócia dos anos de 1700 a vontade de conhecer esse lugar se tornou um dos meus objetivos de vida. #partiucraighnadun


Vou deixar indicado para todos que quiserem compartilhar suas doenças também. 

9 de dezembro de 2015

[Série] Flash – Primeira Temporada



Logo após assistir a terceira temporada de Arrow não consegui escapar e fui direto conhecer a história de Barry Allen como o Flash. 

Vou dizer que fui positivamente surpreendida, não que eu achasse que não fosse gostar, mas não estava esperando grandes coisas com esse novo arco de super-herói e a série, por não guardar grandes pretensões, acabou indo muito bem. 

Nessa primeira temporada conhecemos melhor Barry Allen, jovem que tenta resolver um grande enigma de sua infância, o suspeito assassinato de sua mãe. Enquanto tenta investigar o caso de sua mãe, trabalhar como técnico forense para polícia e esconder sua paixão por sua melhor amiga um dia ele irá passar por um evento que mudará sua vida para sempre. 



Quando o grande cientista Harrison Wells decide ligar um reator de partículas algo dá errado e uma grande explosão atinge a cidade e um raio acerta Allen que sofrerá enormes alterações, ganhando hiper (mega supra) velocidade e acabará por se tornar o Flash. 

Gostei muito de como a série foi montada, pois me lembrou bem a sensação que tinha ao assistir o começo de Smalville, com um clima bem jovem, descontraído e cheio de piadas temos o modelo “um caso por dia” – a cada episódio  Flash lidará com um oponente que também foi afetado pela explosão – mas há um drama central que rege os pontos e irá se desenvolver melhor conforme a temporada chega ao fim. 

Por ter um clima jovem o drama não rodeia os episódios (como em Arrow), mas os problemas e situações são muito bem elaborados, temos um grande antagonista que tem sua complexidade e um bom embasamento nos seus atos e pequenos vilões que possuem seu espaço. 

Não conheço muito da história do Flash nos quadrinhos por isso nem me atrevo a fazer um comparativo, mas vou dizer que fiquei bem feliz em ver elementos conhecidos de suas histórias inseridos na série sem parecerem forçados, como: o Flash Reverso, o Grood, a teoria do Multiverso entre outras questões. 



Como primeira temporada Flash mostrou ter grandes potenciais, os personagens evoluíram durante a trama e há temas deixados em aberto que vão ser ótimos ganchos para a próxima temporada, as únicas resalvas que tenho é que essa é uma série com um clima mais leve, não é daquelas cheias de dramas e peso (não que eu esteja reclamando, o que não estou, só para deixar isso bem claro para quem quiser assistir) e que ela poderia ser mais curta, em alguns momentos o fôlego deu uma abaixada, mas como um todo ela é muito boa. 

Ps: e há alguma interações dos personagens de Arrow nessa temporada que foram muito boas e ajudaram a ligar os universos desses dois heróis. 

Mais uma série inspirada em quadrinhos para por na minha lista :)  



Título Original: The Flash
Temporada: Primeira
Ano: 2014/2015
Criador:  Greg Berlanti, Andrew Kreisberg e Geoff Johns
Emissora: CW
Episódios: 23
Avaliação: 4/5

7 de dezembro de 2015

[Music Monday] What's Up?


O Music Monday de hoje na verdade é uma tentativa de minha parte em dividir com vocês uma música chiclete que grudou em minha cabeça e não saiu mais. 
Estou assistindo Sense8 (série da Netflix) e em um determinado ponto da série os personagens começam a cantar uma música. A partir desse momento ela nunca mais me deixou, e como sou uma pessoa bem legal vou compartilha-la com vocês: 


What's Up?

4 Non Blondes

Twenty-five years and my life is still
I'm trying to get up that great big hill of hope
For a destination
I realized quickly when I knew I should
That the world was made up for this
Brotherhood of man
For whatever that means

And so I cry sometimes when I'm lying in bed
Just to get it all out what's in my head
And I, I am feeling a little peculiar

And so I wake in the morning and I step outside
And I take deep breath
And I get real high
And I scream from the top of my lungs
What's going on?

And I sing, hey, yeah, yeah-eah
Hey, yeah, yeah
I said, hey! What's goin' on?
And I sing, hey, yeah, yeah-eah
Hey, yeah, yeah
I said, hey! What's going on?

And I try, oh, my God, do I try
I try all the time
In this institution
And I pray, oh, my God, do I pray
I pray every single day
For a revolution

And so I cry sometimes when I'm lying in bed
Just to get it all out what's in my head
And I, I am feeling a little peculiar

And so I wake in the morning and I step outside
And I take deep breath
And I get real high
And I scream from the top of my lungs
What's going on?
And I sing, hey, yeah, yeah-eah
Hey, yeah, yeah
I said, hey! What's goin' on?
And I sing, hey, yeah, yeah-eah

Hey, yeah, yeah
I said, hey! What's going on?
And I sing, hey, yeah, yeah-eah
Hey, yeah, yeah
I said, hey! What's goin' on?
And I sing, hey, yeah, yeah-eah
Hey, yeah, yeah, yeah, yeah
I said, hey! What's going on?

Ooh, ooh, ooh, ooh, ooh
Ooh, ooh, ooh, ooh, ooh
Twenty-five years of my life is still
I'm trying to get up that great big hill of hope
For a destination


5 de dezembro de 2015

[Por onde andei] Zé do Hambúrguer



Como uma das postagens novas quero indicar um lugar que fui duas vezes e adorei, é uma hamburgueria aqui de São Paulo com uma decoração dos anos 50 e um bom cardápio de lanches. Hoje quero comentar sobre o Zé do Hambúrguer. 

O restaurante fica na Rua Itapicuru, em Perdizes (perto do meu trabalho uhuu), fui em horários diferentes (na hora do almoço em um domingo e no horário do happy hour de sexta-feira e foi tranquilo conseguir um lugar (mas o garçom contou que forma fila de espera, então não vou garantir que não tenha uma pequena espera envolvida antes de conseguir comer). 


Assim que entrei já fui bombardeada com várias (muitas mesmo) referências dos anos 50 (quadros, mesas, balcão, uniforme, jukebox etc.) e amei, pois além de ficar os primeiros dez minutos querendo ver tudo a minha volta já entrei no clima criado por toda a decoração e a música. 


Agora falando da comida, eles têm um cardápio típico de lanchonetes americanas, com lanches (enormes) com muitas opções de complementos, batatas fritas, doces e bebidas diferentes. Nas duas vezes em que fui escolhi o mesmo lanche (eu gostei desse, fazer o quê? Mas juro que na próxima experimento algo diferente) que era muito bom e bem recheado e ainda pedimos porção de batatas, e isso definitivamente mata a fome. Na última vez ainda nos aventuramos com uma sobremesa e realmente valeu a pena deixar um espacinho para ela. 


























Algumas coisas na ambiente merecem destaques como uma jukebox em uso, e você pode escolher a música que quer ouvir, vários sofás em que você pode sentar e esperar (além de serem bons para fotos) mas o melhor de tudo é que uma das mesas é dentro de um carro, que traz as formas de um Ford 1950, e apesar de conseguir comer nessa mesa ser um pouco difícil vale a pena para unir mais ainda a diversão com a comida. 

Para resumir esse post quero dizer que o Zé do Hambúrguer com certeza é um dos lugares que mais gostei de conhecer esse ano e que provavelmente vou voltar (afinal quero apresentá-lo a outros amigos, como boa amiga que sou rs) e vocês que são de São Paulo ou estiverem por aqui recomendo uma passadinha lá para quem gosta desse clima dos anos 50. 

Zé do Hambúrguer:
R. Itapicuru, 419 - Perdizes, São Paulo - SP
(11) 3868-4884

1 de dezembro de 2015

Vamos conversar?


Uma das perguntas mais temidas, afinal ninguém quer ouvir isso do seu(ua) chefe ou de um relacionamento qualquer, mas aqui estou eu, figurativamente sentada à frente de vocês soltando essa máxima e afirmando que precisamos conversar... 

Mas calma, o que quero tentar fazer é acertar alguns ponteiros que ficaram um pouco desregulados. 

Em 2015 blog completou cinco anos de existência e, meu deus, por quantas mudanças ele passou: de perspectiva, de nome, de conteúdo etc. Agora quero tentar mais uma mudança, a de foco, acho que essa, na verdade, é a mudança que mais precisa ser feita para que este meu pequeno espaço entre nos eixos novamente. Eu explico: 

Esse está sendo um ano particularmente complicado para mim, não ruim, de modo nenhum ruim, mas diferente de tudo o que imaginei e com acontecimentos e momentos que exigiram mais de mim do que eu estava preparada para dar, mas agora, em dezembro, perto da  trajetória final, vejo que tudo finalmente passou, porém algumas coisas foram afetadas por essas ondas de mudanças que me arrebataram, e um dos principais atingidos, com certeza, foi esse pequeno pedaço de mim. Apesar de ter uma gama de assunto bem variadas o blog é essencialmente de produção de conteúdo gerado por fatores externos, o que quero dizer é que as postagens dependiam que eu lesse um livro, visse um filme, série etc., e, às vezes, eu estava tão voltada para mim que não tinha motivação nenhuma para escrever de fatores externos tendo na verdade um desejo cada vez maior de colocar em palavras o que se passava na minha cabeça. Por muitas vezes deixei de postar pois sentia que falar dos assuntos programados não era o que motivava, com isso o blog estava me impedindo de ter uma das coisas que mais prezo na minha vida: liberdade, e acabei desmotivada. 

Até que tomei as rédeas que na verdade nunca saíram das minhas mãos: eu pensei “Esse blog é um pedaço de mim, um espelho dos meus pensamentos, ele tem até o meu nome, nada me impede de o tornar mais meu”e com isso decidi algumas mudanças, sim esses conteúdos vão continuar, afinal fazem parte da minha vida, mas agora vou me dar a liberdade de sentar na frente do computador e escrever o que me der vontade, não quero conteúdos estipulados, não quero limites, o que mais quero é que quando sentir que as palavras não cabem mais em mim elas ainda tenham um lugar para se refugiarem. 

E o blog, por mais uma vez, passou uma mudança ao meu lado, no início de suas atividades ele era um blog estritamente literário, depois passou para um espaço de conteúdo cultural e agora será um blog pessoal, com tudo o que gosto e preciso (e isso com certeza ainda vai incluir livros, filmes, séries, teatro, quadrinhos etc), mas também pensamentos, lugares, passeios, enfim, vamos abrir mais portas. 

Agora passando para a parte prática dessa conversa, em dezembro vou tentar umas postagens diferentes para ver como eu me adapto e o blog também e caso tudo dê relativamente certo em 2016 irei concretizar todas essas mudanças. 

E agora serão muitos mais devaneios dessa Vintecinco que vos fala – e de todos que ocasionalmente visitam esse espaço.