28 de fevereiro de 2015

[Listas Aleatórias] 7 séries que ainda não tiveram a 2ª Temporada e merecem ser assistidas

A blogueira pródiga retorna das profundezes da preguiça e do hiatus para vos trazer, neste sábado cinza paulistano, uma lista de séries que ainda estão na sua primeira temporada - algumas já encerradas, algumas ainda em andamento - mas que valem muito a pena acompanhar para fins de compartilhamento mútuo de sofrimento com esta colunista que vos fala (estou afetando um pouco no drama, relevem!) e podem agradar a todos os gostos:


26 de fevereiro de 2015

[Livro] Êxtase Mortal – J. D. Robb


Sinopse:Êxtase Mortal - No ano de 2056, a forma mais popular de entretenimento são os poderosos jogos de realidade virtual. Através deles, qualquer pessoa é capaz de ingressar facilmente em um mundo fantástico repleto de prazeres e perigos. A vantagem é que não há riscos; é tudo uma grande brincadeira, uma mera simulação. Ou, pelo menos, era isso o que todos pensavam até um brilhante engenheiro aparecer morto.
Em 'Êxtase Mortal', o quarto livro da famosa série de romances policiais futuristas que Nora Roberts escreve sob o pseudônimo de J.D. Robb, Eve Dallas - detetive do Departamento de Homicídios da Cidade de Nova York - descobre que essa morte é apenas uma das peças de um caso muito mais intrincado do que aparenta. (Fonte: Skoob) 

Comentários:

Ok, começo a pensar que estou ficando realmente viciada na Série Mortal, já que este é o quarto livro que leio em seguida, mas não consigo me desprender das tramas de Eve e Roarke tendo os livros a disposição. 
Neste livro temos uma trama bem diferente das anteriores, em sua lua de mel Eve e Roarke  se deparam com um suicídio, e o que poderia ser apenas uma morte trágica, porém sem grandes mistérios acaba se tornando uma trama mais intricada e misteriosa que terá que ser investigada pela tenente Eve Dallas ao se deparar com mais suicídios improváveis. 

24 de fevereiro de 2015

[Maratona Oscar 2015] Um balanço e os vencedores.


Primeiramente quero dizer que esse post era para ter ido ao ar ontem, porém uma correria no trabalho gerou um pequeno atraso aqui, mas ainda devia um encerramento dessa Maratona que tomou minhas últimas semanas e foi uma experiência que me agradou muito e já estou pensando em melhorias pra próxima. 

22 de fevereiro de 2015

[Maratona OSCAR 2015] O conto da princesa Kaguya


Sinopse: Esta animação é baseada no conto popular japonês “O corte do bambu”. Kaguya era um minúsculo bebê quando foi encontrada dentro de um tronco de bambu brilhante. Passado o tempo, ela se transforma em uma bela jovem que passa a ser cobiçada por 5 nobres e, até mesmo, pelo próprio Imperador. Mas nenhum deles é o que ela realmente quer. A moça envia seus pretendentes em tarefas aparentemente impossíveis para tentar evitar o casamento com um estranho que não ama. Mas Kaguya terá que enfrentar seu destino e punição por suas escolhas. (Fonte: Adoro Cinema)

Comentários:

Encerrando os trabalhos da Maratona Oscar 2015, já que a premiação é hoje, trago um post especial, a resenha dessa animação japonesa e diferente feita pela querida amiga Keiko Maxwell:

Antes mesmo de começar com os comentários, gostaria de deixar dois pontos bem claros:
1 – Eu sou fã do Estúdio Ghibli. Então, inevitavelmente, esta resenha acaba levando consigo um pouco dessa minha paixão nela.
2 – Mesmo este sendo um filme que teve seu lançamento em 2013 no Japão, nos Estados Unidos ele teve seu debut em 2014, por isso concorre ao prêmio apenas esse ano. Em tempo hábil, no Brasil ele será lançado apenas no dia 23 de abril deste ano (2015)!

Com esses pontos levantados, podemos, de fato, começar!

19 de fevereiro de 2015

[Maratona Oscar 2015] O Juiz


Sinopse: 
Advogado de muito sucesso, Hank Palmer (Robert Downey Jr.) volta à cidade em que cresceu para o velório de sua mãe, que há muito não via. É recebido de forma hostil pela família e resolve ficar um pouco mais quando seu pai, veterano juiz, é apontado pela polícia como responsável pela morte de um homem que condenou há vinte anos. Mesmo não se entendendo com o pai, Hank debruça-se sobre o caso, mas os dois não conseguem conviver amigavelmente e a possibilidade de condenação aumenta a cada revelação. (Fonte: Adorocinema)

Comentários:
Chegando ao fim dessa Maratona Oscar decidi aleatoriamente em ver O Juiz, filme que trará a tão conhecida situação de confronto de pai com filho cumprindo bem o seu papel, mas sem grandes inovações. 

17 de fevereiro de 2015

[Maratona Oscar 2015] Foxcatcher – Uma história que chocou o mundo


Sinopse: Campeão olímpico de luta greco-romana, Mark Schultz (Channing Tatum) sempre treinou com seu irmão mais velho, David (Mark Ruffalo), que é também uma lenda no esporte. Até que, um dia, recebe um convite para visitar o milionário John du Pont (Steve Carell) em sua mansão. Apaixonado pelo esporte, du Pont oferece a Mark que entre em sua própria equipe, a Foxcatcher, onde teria todas as condições necessárias para se aprimorar. Atraído pelo salário e as condições de vida oferecidas, Mark aceita a proposta e, assim, se muda para uma casa na propriedade do milionário. Aos poucos eles se tornam amigos, mas a difícil personalidade de du Pont faz com que Mark acabe seguindo uma trilha perigosa para um atleta. (Fonte: Adorocinema)

Comentários:
Após terminar a lista de indicados de Melhor Filme decidi ver alguns filmes das demais categorias, e o primeiro a ser explorado foi Foxcatcher – Uma história que chocou o mundo, e confesso que talvez por não saber muito sobre o que se tratava o filme tive uma grande estranheza inicial e demorei um pouco para entrar na história, mas aos poucos a intensidade, as sutilezas e os problemas apresentados vão envolvendo aos poucos e quando menos percebemos já estamos presos à tela. 

16 de fevereiro de 2015

[Maratona Oscar/Music Monday] I'm Not Gonna Miss You / Lost Stars

Por essa ser a última segunda feira antes da premiação dos Oscar vou falar das duas músicas que faltaram dos indicados de Melhor Canção Original e são "I'm Not Gonna Miss You", de Glen Campbell e Julian Raymond, e "Lost Stars",  de Gregg Alexander e Danielle Brisebois. 

A música "I'm Not Gonna Miss You" é uma balada romântica lenta e tranquila com uma batida já conhecida. 



15 de fevereiro de 2015

[Maratona Oscar 2015] O Jogo da Imitação


Sinopse:
Durante a Segunda Guerra Mundial, o governo britânico monta uma equipe que tem por objetivo quebrar o Enigma, o famoso código que os alemães usam para enviar mensagens aos submarinos. Um de seus integrantes é Alan Turing (Benedict Cumberbatch), um matemático de 27 anos estritamente lógico e focado no trabalho, que tem problemas de relacionamento com praticamente todos à sua volta. Não demora muito para que Turing, apesar de sua intransigência, lidere a equipe. Seu grande projeto é construir uma máquina que permita analisar todas as possibilidades de codificação do Enigma em apenas 18 horas, de forma que os ingleses conheçam as ordens enviadas antes que elas sejam executadas. Entretanto, para que o projeto dê certo, Turing terá que aprender a trabalhar em equipe e tem Joan Clarke (Keira Knightley) sua grande incentivadora.  (Fonte: Adorocinema) 

Comentários:
Não vou negar que ao iniciar essa Maratona já tinha alguns filmes que eu estava mais empolgada em assistir do que outros, e o Jogo da Imitação com certeza era um deles, primeiro pelo Benedict Cumberbatch, um ator que gosto muito, e também pela história, outra visão sobre a guerra, e fiquei muito feliz ao perceber que nenhuma das minhas expectativas foi em vão e o filme me agradou como um todo. 

13 de fevereiro de 2015

[Maratona Oscar 2015] Os Boxtrolls


Sinopse: 
Ovo (Isaac Hempstead-Wright) é um garoto órfão, que desde bebê foi criado nos esgotos da cidade de Ponte Queijo pelos boxtrolls, amáveis criaturas que vivem do lixo deixado por humanos. Como os boxtrolls são caçados impiedosamente por Archibald Snatcher (Ben Kingsley) e sua gangue, eles apenas deixam o subterrâneo à noite e, ainda assim, de vez em quando um deles é capturado. Quando Peixe, o boxtrolls que criou Eggs, é pego, o garoto decide se aventurar pela cidade para resgatá-lo. É quando conhece Winnie (Elle Fanning), uma garota mimada que faz com que perceba que ele é, na verdade, um humano. (Fonte: AdoroCinema)

Comentários:
Continuando com as animações dessa Maratona, hoje foi a vez de Os Boxtrolls, um filme em stop-motion com uma alegoria diferente para trazer mensagens já conhecidas para os que estão assistindo. 

12 de fevereiro de 2015

[Maratona Oscar 2015] A Teoria de Tudo


Sinopse: Baseado na biografia de Stephen Hawking, o filme mostra como o jovem astrofísico (Eddie Redmayne) fez descobertas importantes sobre o tempo, além de retratar o seu romance com a aluna de Cambridge Jane Wide (Felicity Jones) e a descoberta de uma doença motora degenerativa quando tinha apenas 21 anos (Fonte: Adorocinema) 

Comentários:
O filme A Teoria de Tudo traz uma biografia de Stephen Hawking, um astrofísico famoso que viu sua vida mudar ao descobrir que possuía uma doença degenerativa, mas  não permitiu que isso mudasse seus planos de descobrir a teoria sobre tempo. E foi com esse filme emocionante na medida certa que dei sequência na maratona Oscar 2015.

11 de fevereiro de 2015

[Maratona Oscar 2015] Selma - Uma Luta pela Igualdade



Sinopse: 
Cinebiografia do pastor protestante e ativista social Martin Luther King, Jr (David Oyelowo), que acompanha as históricas marchas realizadas por ele e manifestantes pacifistas em 1965, entre a cidade de Selma, no interior do Alabama, até a capital do estado, Montgomery, em busca de direitos eleitorais iguais para a comunidade afro-americana. (Fonte: Adorocinema)

Comentários:
Dando continuidade a Maratona Oscar fui ao cinema assistir Selma, um filme intenso e tocante, que vai contar uma parte da história de Martin Luther King Jr. na luta contra a segregação na questão do direito ao voto dos negros na cidade de Selma.

10 de fevereiro de 2015

[Maratona Oscar 2015] Como Treinar o seu Dragão 2


Sinopse: 
Cinco anos após convencer os habitantes de seu vilarejo que os dragões não devem ser combatidos, Soluço (voz de Jay Baruchel) convive com seu dragão Fúria da Noite, e estes animais integraram pacificamente a rotina dos moradores da ilha de Berk. Entre viagens pelos céus e corridas de dragões, Soluço descobre uma caverna secreta, onde centenas de novos dragões vivem. O local é protegido por Valka (voz de Cate Blanchett), mãe de Soluço, que foi afastada do filho quando ele ainda era um bebê. Juntos, eles precisarão proteger o mundo que conhecem do perigoso Drago Bludvist (Djimon Hounson), que deseja controlar todos os dragões existentes. (Fonte: Adorocinema)

Comentários:

No meio da Maratona Oscar decidi fazer uma pausa nos filmes para assistir a uma animação, e posso dizer que foi uma das melhores coisas que fiz. Como Treinar Seu Dragão 2 alegrou meu dia e superou já a ótima impressão que o primeiro filme tinha deixado. 

9 de fevereiro de 2015

[Maratona Oscar/Music Monday] Grateful

Hoje é dia de trazer mais uma música dos indicados de Melhor Canção Original, é a vez de Grateful (do filme Além das Luzes), de Diane Warren interpretada por Rita Ora.


8 de fevereiro de 2015

[Resultado da Promoção] Aniversário Lendo e Escrevendo

Oi gente, hoje trago o resultado da promoção de aniversário do blog Lendo e Escrevendo. Obrigada a todos que participaram  e parabéns aos ganhadores. 

7 de fevereiro de 2015

[Livro] Eternidade Mortal – J. D. Robb


Sinopse:Pandora é uma das top models mais importantes e desejadas do planeta: tem beleza, fama, dinheiro, poder, prestígio, amantes e contatos. Mas tudo isso deixou de fazer sentido, pois ela está morta. A modelo foi brutalmente assassinada com um bastão de prata, arma abandonada no local do crime. Seu rosto, de uma perfeição impressionante, desapareceu completamente ao ser esmagado e mutilado pela força de uma série de golpes ferozes e cruéis. Ninguém sabe quem foi o autor do crime, mas todas as suspeitas pairam sobre Mavis — a melhor (Fonte: Skoob) 

Comentários:
E com outro livro da Série Mortal continuo acompanhando a história de Eve e Roarke e me envolvendo com esses personagens, e com Eternidade Mortal dei mais um passo para dentro dessa trama que tem me agradado tanto.

Neste livro teremos outro caso e um pouco mais da vida pessoal dos personagens principais. O caso dessa vez está relacionado com a vida pessoal de Eve, agora ela tentará ajudar sua amiga Mavis, agora acusada de assassinato de uma modelo famosa. Isso já seria difícil e se complica cada vez mais conforme a trama envolve outros aspectos que a investigadora terá que entender e resolver.

Além das dificuldades enfrentadas no caso, Eve também precisa se achar em sua vida pessoal, após aceitar o pedido de casamento de Roarke ela tem que se encaixar melhor nesse novo papel, uma noiva prestes a se casar, ver sua vida mudada, e realmente aceitar o amor e tudo o que vem com ele.

Gostei muito desse livro, sempre tenho medo que durante essas séries os personagens em algum momento percam sua força ou sua identidade, e isso não acontece, na verdade após conhecermos um pouco mais sobre Eve ela se concretiza cada vez mais em suas características. Roarke ainda é um mistério, as revelações sobre ele ainda são bem sutis e em quantidade reduzida. Em relação aos personagens outro ponto positivo é que conforme a série vai se desenvolvendo os coadjuvantes vão ganhando força; adorei Peabody, ela é tão durona quanto Eve, mas ainda possui tiradas engraçadas e respostas certeiras formando uma boa dupla com a tenente. Mavis também tem um grande destaque e é um contraste de Eve, com sua alegria e despreocupação, até Summerset tem um espaço maior neste livro.

A narrativa continua envolvente, e desta vez o crime se mostrou mais complexo que os anteriores, com mais elementos e pessoas envolvidas, agora toda uma trama está envolta ao mundo dos modelos e artistas, drogas, poder e dinheiro. Dessa vez o final me pegou totalmente desprevenida, não cheguei nem perto da solução do crime.

Teve apenas duas coisas que me incomodaram um pouco nesse livro. A primeira foi a teimosa resistência  de Eve em aceitar seus sentimentos, consigo entender tudo o que ela passou,que ela não se envolvia com ninguém antes, mas depois de assumir seus sentimentos em Glória Mortal achei que agora seria um pouco mais natural. A segunda é que há uma grande descoberta sobre a infância de Eve, totalmente marcante, mas que não ganhou a devida importância, tudo se resolveu rápido de mais.

A cada livro fico mais empolgada e envolvida com essa série e já estou preparando a leitura do próximo volume, totalmente ansiosa por Êxtase Mortal.

Série Mortal: 

  1. Nudez Mortal 
  2. Glória Mortal
  3. Eternidade Mortal 
  4. Êxtase Mortal
  5. Cerimônia Mortal
  6. Vingança Mortal
  7. Natal Mortal
  8. Conspiração Mortal
  9. Lealdade Mortal
  10. Testemunha Mortal 
  11. Julgamento Mortal 
  12. Traição Mortal 
  13. Sedução Mortal 
  14. Reencontro Mortal 
  15. Pureza Mortal 
  16. Retrato Mortal 
  17. Imitação Mortal 
  18. Dilema Mortal
  19. Visão Mortal
  20. Sobrevivência Mortal
  21. Origem Mortal
  22. Recordação Mortal







Título Original: Immortal in Death
Autor: J.D. Robb
Editora: Bertrand
Ano: 2009
Número de páginas: 385
Avaliação: 4,5/5 

6 de fevereiro de 2015

[Maratona Oscar 2015] Sniper Americano


Sinopse: Adaptado do livro American Sniper: The Autobiography of the Most Lethal Sniper in U.S. Militar History, este filme conta a história real de Chris Kyle (Bradley Cooper), um atirador de elite das forças especiais da marinha americana. Durante cerca de dez anos, ele matou mais de 150 pessoas, tendo recebido diversas condecorações por sua atuação. (Fonte: AdoroCinema)

Comentários:
E para dar continuidade a Maratona Oscar assisti ao filme Sniper Americano, e tenho que confessar que já tinha uma tendência a não gostar muito do filme, não por ele em si, mas pela mensagem que sempre está implícita nos filmes que tratam da guerra dos Estados Unidos com o Iraque.


Baseado na história real do tirador de elite norte-americano Chris Kyle, que teve mais de 150 mortes atribuídas a ele durante a guerra e recebendo várias condecorações por isso. O filme vai mostrar um pouco, bem pouco, sobre sua infância, como ele decidiu ir para as forças armadas e seu treinamento. O grande foco é em suas missões no Iraque e com sua família, o como ele se tornou a lenda.


O filme vai trazer o contraste do caos da guerra a cada viagem que Chris faz e ele tentando se adaptar a vida de civil no momento em que volta para casa.  Como nos filmes de confronto algumas tomadas me incomodam por serem corridas, escuras e serem difícil distinguir quem está atirando em quem, mas sei que é uma característica desse tipo de filmagem então não posso nem reclamar muito.


As cenas gravadas durante a guerra são bem trabalhadas, podemos além de ver sentir toda a tensão, o quanto é possível perder a humanidade nesses momentos, o quanto o conflito pode alterar alguém, toda a selvageria, brutalidade, inconformidade, enfim tudo o que permeia esses momentos.
Bom, agora vou falar sobre o meu real incomodo com esse filme, sei que é uma biografia, mas sempre tenho a impressão que quando o assunto é EUA X Iraque há apenas um lado se pronunciando, apenas um vilão e um mocinho, e considerando que tem dois lados atirando não consigo considerar tudo tão preto no branco. Chris Kyle tem seus atos baseado em seu patriotismo, como se isso também justificasse tudo.


Se não fosse por essa mensagem eu teria gostado bem mais, ele explorou bem a difícil transição de um soldado para um civil, o quanto a guerra traumatiza e muda as pessoas e o quanto é difícil pra família.






Título original: American Sniper
Duração: 132 min.
Direção: Clint Eastwood
Roteiro: Jason Dean Hall
Elenco: Bradley Cooper, Sienna Miller, Kyle Gallner, Jake McDorman, Luke Grimes, Brian Hallisay, Sam Jaeger, Owain Yeoman
Distribuidora: Warner Bros
Ano: 2014
Avaliação: 3/5

5 de fevereiro de 2015

[Livro] Mares de Sangue – Scott Lynch



Sinopse:
Após uma batalha brutal no submundo do crime, o golpista Locke Lamora e seu fiel companheiro, Jean Tannen, fogem de sua cidade natal e desembarcam na exótica Tal Verrar para se recuperar das perdas e feridas. Porém, mesmo no extremo ocidental da civilização, não conseguem descansar por muito tempo e logo estão de volta ao que fazem de melhor: roubar dos ricos e embolsar o dinheiro. (Fonte: Skoob)

Comentários:  
Em Mares de Sangue continuamos acompanhando Locke e Jean em suas aventuras como nobres vigaristas, eu estava bem curiosa para descobrir os rumos que eles tomariam e a história apresentada me prendeu, mas esperava mais em alguns aspectos dos livro.
Nesta nova parte da vida dos dois nobres vigaristas eles continuam com seus planos e armações, mas a narrativa não começa com eles tão ativos assim, e sim logo depois dos acontecimentos em Camorr, com Locke bem ferido e os dois tentando fugir e se safar de todos os seus perseguidores. Não vou contar mais o que aconteceu entre o tempo da fuga de Camorr até eles voltarem a ativa, mas eles conseguem se recuperar e armar um novo plano.
Em outra cidade com um novo alvo os dois programam um enorme golpe mas no meio disso são interrompidos por alguém que tem um plano diferente para eles e com isso acabam no meio do mar, lutando e se aventurando por lugares não passados antes.
A narrativa continua seguindo o estilo do primeiro livro, não linear dando o efeito para os golpes de Locke, primeiro acontece uma situação depois um flashback para fornecer explicação ao leitor, e isso prende a leitura e mantém um bom ritmo, não vou negar que há alguns momentos “mornos”, mas logo algo acontece e o ritmo acelera mais uma vez.
Gostei de ambas as situações mostradas neste livro, como uma pessoa que ama filmes de grandes golpes ou roubos, o fato de o plano inicial deles ser um roubo a um cassino me deixou especialmente interessada, considerando um cenário medieval regado a artefatos e alquimias fiquei curiosa em como eles realizaram o roubo. E segundo cenário é a viagem ao mar, no começo fiquei um pouco incomodada com os termos técnicos, mas Scott Lynch usa de um bom artifício para explicar tanto para os personagens como para o leitor alguns termos e o restante acontece naturalmente.
Jean e Locke agora estão mais unidos mas também com alguns conflitos entre eles, o que é normal considerando tudo o que passaram no livro anterior. Além deles novos personagens são apresentados e gostei muito de alguns, na verdade, algumas; personagens femininas entraram nessa história e foi um toque especial, pois elas são fortes e bem marcantes na história.  E aqui faço uma resalva que é para reclamar um pouquinho que eles continuam falando de Sabeta, mas não aprofundam nem explicam nada, espero que o mistério sobre ela se resolva nos próximos livros.
Porém mesmo ficando envolvida com a leitura alguns pontos não me agradaram e o principal foi a estrutura dos casos, pois foi uma repetição do primeiro, os pontos, as reviravoltas, a forma como as coisas aconteceram é bem parecida com a do livro anterior, por mais que o final tenha surpreendido mesmo nele há certa semelhança. Isso não prejudicou tanto a leitura, mas alguns acontecimentos perderam o fator surpresa pra mim.
Scott Lynch fechou esse livro de um modo que fiquei bem ansiosa para descobrir os rumos dessa história e continuar acompanhando os golpes dos Nobres Vigaristas.

Série Nobres Vigaristas:

  1. As Mentiras de Locke Lamora
  2. Mares de Sangue
  3. The Republic of Thieves
  4. The Thorn of Emberlain


Título Original: Red seas under red skies
Autor: Scott Lynch
Editora: Arqueiro
Ano: 2014
Número de páginas: 511
Avaliação: 4/5 

4 de fevereiro de 2015

[Maratona Oscar 2015] Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)



Sinopse:No passado, Riggan Thomson (Michael Keaton) fez muito sucesso interpretando o Birdman, um super-herói que se tornou um ícone cultural. Entretanto, desde que se recusou a estrelar o quarto filme com o personagem sua carreira começou a decair. Em busca da fama perdida e também do reconhecimento como ator, ele decide dirigir, roteirizar e estrelar a adaptação de um texto consagrado para a Broadway. Entretanto, em meio aos ensaios com o elenco formado por Mike Shiner (Edward Norton), Lesley (Naomi Watts) e Laura (Andrea Riseborough), Riggan precisa lidar com seu agente Brandon (Zach Galifianakis) e ainda uma estranha voz que insiste em permanecer em sua mente. (Fonte: Cinemark) 

Comentários: 
Seguindo a maratona de filmes decidi assistir a um que eu tinha muito receio, não tinha visto muitas críticas e comentários antes e não sabia muito o que esperar, e com essa sensação que fui assistir Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância) e depois de muita confusão e reflexão decide que não gostei do filme.

Com tomadas em movimento e uma boa parte do filme sendo rodada dentro de um teatro Birdman traz um ator que ficou famoso devido a sua participação em filmes de super-herói, porém depois de tempos ele decide retomar sua carreira como um ator, diretor e roteirista de teatro em uma peça que está para estrear e  vai ter que lidar com todas as situações inusitadas apresentadas a ele. 

O filme se passa em quase toda a sua duração em apenas um cenário, o teatro em que a peça irá acontecer, confinando os personagens e os impossibilitando de escapar dos dramas e confrontos, com uma câmera em movimento que segue cada ator temos uma perspectiva mais focada e situações isoladas, com isso sem noção da amplitude de tudo o que está acontecendo. 

Na verdade o filme para mim foi todo um incomodo, estranhei os personagens, o modo de filmagem e a linearidade da história, não consegui me envolver com a história e a cada momento novo a única pergunta em minha mente foi WTF ????, porém o que me fez realmente decidir que não gostei do filme foi que ele se perdeu em suas críticas se tornando também um alvo dela. 

Bons argumentos são levantados no filme, o papel do ator, a diferença entre um blockbuster e o teatro e se ambos seriam formas de arte, o papel do crítico e do ator, entre outros, além  de muitas referências e situações de outros filmes e atores foram utilizadas para mostrar e criticar esse mundo do artístico, mas achei que o filme perdeu o tom e o rumo, e com isso a mensagem que queria passar. 



Título original: Birdman
Duração: 118 min.
Direção: Alejandro González Iñárritu
Roteiro: Alejandro González Iñárritu, Nicolás Giacobone, Alexander Dinelaris e Armando Bo
Elenco: Michael Keaton, Zach Galifianakis, Edward Norton, Emma Stone, Naomi Watts, Andrea Riseborough, Amy Ryan, Lindsay Duncan
Distribuidora: Fox Films
Ano: 2015
Avaliação: 2,5/5

3 de fevereiro de 2015

[Série] Lost Girl – Quarta Temporada


Mal tenho palavras para descrever o quanto fiquei decepcionada com essa quarta temporada de Lost Girl. 
Não sei ao certo o que aconteceu, mas vários elementos se perderam, o roteiro estava fraco, os personagens perderam sua essência, a série estava sem foco, não parecia a mesma, sinto que ela sofreu o mal da quarta temporada (que costuma ser mais fraca), mas em uma escala maior. 

A terceira temporada tinha deixado um ótimo gancho para essa nova, mas uma questão da duvidosa e misteriosa origem de Bo. Porém a série começou confusa, apesar de o primeiro episódio ser totalmente surpreendente a série perdeu o fôlego que, para mim, só foi retomado nas últimas cenas do último episódio. 

Bo tem um objetivo, saber o que lhe aconteceu enquanto estava desaparecida para também poder se entender. Ai tudo ficou muito perdido, as buscas não faziam sentido, os acontecimentos algumas vezes pareciam jogados e alguns episódios foram desnecessários, sem contar que a relação entre os personagens foi totalmente embaralhada e modificada. 

Bo perdeu sua essência (várias vezes eu queria poder chacoalhar a personagem e pedir para ela voltar a ser como a duas temporadas atrás), ela ficou confusa, menos corajosa e mais imprudente, se desligou de seus amigos e de sua família e sua busca pela verdade foi totalmente sem rumo. Dyson e Lauren ficaram muito estranhos nessa temporada. Kenzy teve uma participação bem menor mas adorei, e um personagem que se destacou muito nessa temporada foi Tamsin que ganhou um grande espaço e marcou seu lugar. Trick revelou um novo lado seu que surpreendeu, mas esclareceu muitas coisas. 

Outra coisa que me desagradou é que o acontecimento final me pareceu forçado e mal trabalhado, diferente da temporada anterior ele não foi preparado durante os capítulos, simplesmente aconteceu no fim e em vários aspectos não teve sentido. 

Tenho esperanças de que na próxima temporada Lost Girl ache seu rumo de novo e volte a me surpreender positivamente e tornar o mundo dos faes melhor. 





Título Original: Criminal Minds
Temporada: Quarta
Ano: 2013/2014
Criador:  Emily Andras
Emissora: Showcase
Episódios: 13
Avaliação: 2,5/5







2 de fevereiro de 2015

[Maratona Oscar/Music Monday] Glory

Trago neste Music Monday especial de Maratona Oscar uma música de criação de John Stephens e Lonnie Lynn que me agradou tanto pelo tema quanto pelo filme, Selma é um dos filmes que estou mais curiosa para ver e trata de uma personalidade forte e importante para a história Martin Luther King. 



Glory


One day when the glory comes
It will be ours, it will be ours
Oh one day when the war is won
We will be sure, we will be sure
Oh glory (Glory, glory)
Oh (Glory, glory)

Hands to the Heavens, no man, no weapon
Formed against, yes glory is destined
Every day women and men become legends
Sins that go against our skin become blessings
The movement is a rhythm to us
Freedom is like religion to us
Justice is juxtapositionin' us
Justice for all just ain't specific enough
One son died, his spirit is revisitin' us
Truant livin' livin' in us, resistance is us
That's why Rosa sat on the bus
That's why we walk through Ferguson with our hands up
When it go down we woman and man up
They say, "Stay down", and we stand up
Shots, we on the ground, the camera panned up
King pointed to the mountain top and we ran up

One day when the glory comes
It will be ours, it will be ours
Oh one day when the war is won
We will be sure, we will be sure
Oh glory (Glory, glory)
Oh (Glory, glory)

Now the war is not over, victory isn't won
And we'll fight on to the finish, then when it's all done
We'll cry glory, oh glory (Glory, glory)
Oh (Glory, glory)
We'll cry glory, oh glory (Glory, glory)
Oh (Glory, glory)

Selma's now for every man, woman and child
Even Jesus got his crown in front of a crowd
They marched with the torch, we gon' run with it now
Never look back, we done gone hundreds of miles
From dark roads he rose, to become a hero
Facin' the league of justice, his power was the people
Enemy is lethal, a king became regal
Saw the face of Jim Crow under a bald eagle
The biggest weapon is to stay peaceful
We sing, our music is the cuts that we bleed through
Somewhere in the dream we had an epiphany
Now we right the wrongs in history
No one can win the war individually
It takes the wisdom of the elders and young people's energy
Welcome to the story we call victory
The comin' of the Lord, my eyes have seen the glory

One day when the glory comes
It will be ours, it will be ours
Oh one day when the war is won
We will be sure, we will be sure
Oh glory (Glory, glory)
Oh (Glory, glory)
Oh glory (Glory, glory)
Hey (Glory, glory)

When the war is won, when it's all said and done
We'll cry glory (Glory, glory)
Oh (Glory, glory)




1 de fevereiro de 2015

[Maratona Oscar 2015] Boyhood - Da Infância à Juventude


Sinopse:O filme conta a história de um casal de pais divorciados (Ethan Hawke e Patricia Arquette) que tenta criar seu filho Mason (Ellar Coltrane). A narrativa percorre a vida do menino durante um período de doze anos, da infância à juventude, e analisa sua relação com os pais conforme ele vai amadurecendo.

Comentários:
Boyhood era um dos filmes dessa maratona que mais estava curiosa para ver, principalmente pelo fato de ele ter sido filmado por 12 anos e eu queria muito conferir esse trabalho que demorou tanto a ficar pronto.

No início fiquei um pouco cética em relação ao filme, ele começou em um ritmo lento e mostrando a vida de uma família, mas conforme ele continua ver os personagens (e os atores) realmente envelhecendo e a mudança real na vida deles e nos ambientes foi me prendendo cada vez mais até que se torna quase impossível não se envolver com todos eles, é como acompanhar o crescimento e mudanças de alguém conhecido. 

Com quase três horas de duração o filme vai trazer a vida em sua simplicidade, conflitos, dúvidas, em fim tudo. Esse é o foco de tudo, o crescimento, a evolução e as mudanças. Acompanhamos uma família (pais divorciados e seus dois filhos) em uma passagem de tempo de 12 anos e como eles lidam com a situações, tentam se achar no mundo e definir seu destino. A mãe tentando acertar a própria vida e cuidar de seus filhos, o pai que depois de sumir por um tempo quer voltar a participar da vida daqueles que deixou pra trás e as crianças que crescem com isso. 

O filme tem sua base na simplicidade, as tomadas, as situações e a passagem de tempo, na verdade tudo foi feito para parecer como a vida de quem está assistindo, para que haja uma identificação, você possa se ver em algum deles ou em todos, já que também crescemos. 

Uma das coisas que mais me chamou a atenção foram os diálogos próximos do final, em que há uma reflexão sobre o que realmente nos muda, o que está tão pré-estipulado para ser realizado que não cogitamos outro caminho e também podemos seguir alguns rumos e por fim não nos acharmos de qualquer jeito. 

Um filme que me fez refletir e gostei, mas no fim fiquei me questionando que se ele não fosse filmado por 12 anos, se tivessem trocado os atores na passagem do tempo, ou se as referencias temporais mostradas tivessem sido filmadas em uma tomada só ele teria tanto peso quanto tem. 






Título original: Boyhood
Duração: 166 min.
Direção: Richard Linklater
Roteiro: Richard Linklater
Elenco: Ellar Coltrane, Patricia Arquette, Ethan Hawke, Lorelei Linklater, Zoe Graham, Nick Krause, Evie Thompson, Chris Doubek
Distribuidora: Universal
Ano: 2014
Avaliação: 4/5