17 de agosto de 2016

[Filme] Procurando Dory


Sabe aquele momento da vida em que é preciso assistir uma animação para tudo ficar mais feliz? Foi com esse sentimento e com um saudosismo enorme que fui ao cinema assistir Procurando Dory. 

Desde que os trailers desse filme começaram a ser divulgados, já fiquei morrendo de vontade de assistir, afinal, se passaram 13 anos desde que procuramos Nemo e estava com saudade de todos os personagens, inclusive da peixinha azul com problemas de perda de memória recente. 


E nesse clima saudosista posso dizer que a animação cumpriu seu papel, iniciando a narrativa logo depois do resgate do Nemo, com ele, Marvin e Dory tentando retomar a vida até que Dory consegue ter uma lembrança de seu passado e se lembra de seus pais, decidindo iniciar uma busca por essa família que estava esquecida. 

O filme vai trazer a história da peixinha de uma maneira que achei muito criativa, conforme a história se desenvolvia Dory ia conseguindo ter mais lembranças de seu passado, mostrando em flashback como foi sua infância até montar um quadro completo de onde ela vivia, de como eram seus pais e como ela acabou por se perder. 


Outro ponto foi que a personagem ganhou um pouco mais de individualidade no filme, por um motivo trabalhado na história, ela acaba por se separar de Marvin e Nemo e terá que seguir sua jornada “sozinha” (coloquei como ressalva pois na verdade ela irá encontrar outros seres do mar que irão ajudá-la nesse processo, mas seu ponto de conforto com Nemo e o pai foi retirado) e sempre se superando. 

Apesar dessa separação, Marvin e Nemo não são esquecidos, mas novos personagens são introduzidos nessa história, como o polvo Hank e também a tubarão Destiny, entre outros. 



Há muitos elementos de Procurando Nemo que foram reutilizados nesse novo filme da franquia, mas para mim não é um ponto negativo, na verdade acentuou a saudade do coração que assistiu procurando Nemo tanto tempo atrás. 

Além do lado do humor bem acentuado, há cenas bem emocionantes, não ao ponto de levar a maioria ao choro (veja que falei a maioria, mas exceções acontecem), porém que deixam o coração mais apertado e trazem aqueles momentos cheios de “ounnnn”. 


Para quem assistiu e gostou da jornada de Marvin na busca de seu filho acho que também irá se envolver nessa nova busca de uma personagem que cresceu muito e agora têm seu espaço bem demarcado. 

Título original: Finding Dory
Duração: 102 min. 
Direção: Andrew Stanton e Angus MacLane
Roteiro: Andrew Stanton e Victoria Strouse
Distribuidora: Walt Disney/Buena Vista
Ano: 2016 
Avaliação: 3,5/5


15 de agosto de 2016

[Music Monday] Todo o espanhol que aprendi com a Shakira


Estou em contagem regressiva para as minhas férias, e além de muitas leituras e séries, em outubro, irei fazer algo bem diferente, viajarei pela primeira vez para fora do Brasil, vou visitar nossos hermanos aqui do lado e vou conhecer Buenos Aires. Como a ansiedade já está começando a bater na porta vou trazer algumas coisas dessa viagem para o blog. A primeira é uma piada interna para esse Music Monday, já que afirmo que vou me virar como todo o espanhol que aprendi com a Shakira, vou mostrar as músicas que mais gosto dela: 
- Loca



- Ojos así



- Estoy aqui



- Suerte



- La tortura



- Hips don't lie 

(essa está nessa lista apenas pela frase "Cómo se llama? (sí), bonita (sí) Mi casa (Shakira, Shakira), su casa." pois o resto da música está em inglês, mas não podia deixá-la de fora.




3 de agosto de 2016

[Série] Demolidor – Segunda Temporada


Esse ano tem sido o que mais estou me esbaldando em filmes e séries de heróis, e com isso não poderia deixar mais uma produção da Netflix de fora, principalmente quando a primeira temporada já tinha me deixado tão empolgada que mal podia esperar para ver a continuação (tudo bem que demorei para conseguir terminar a temporada, mas foi mais um problema meu que dos episódios). 

A história começa em uma linha contínua do fim da temporada anterior, com as consequências dos acontecimentos, mas, para mim, sem dúvida, o melhor dessa temporada foram as inclusões de elementos novos da história do Demolidor e com um destaque para o personagem que mais me ganhou, o Justiceiro. 


O personagem entra como antagonista e com aquela dinâmica do espelho (um reflete o outro), é um grande peso nessa temporada, ele é complexo e tem ótimas cenas e seu drama irá se desenrolar pela temporada gerando os episódios que mais me deixaram tensa. Outro personagem clássico introduzido foi a Elektra, que no princípio não ganhou minha simpatia, mas foi crescendo e tomando seu espaço. 

Enquanto o Demolidor cresce e fica mais forte, com desafios mais complicados a vida de Matt Murdock segue em sentido contrário, e ele sente cada vez mais a dificuldade em conciliar sua vida pública com aquela que ele esconde de quase todos. 


Mas agora começam os poréns, um é que nessa temporada um grande conflito é preparado, muita tensão é criada e uma nova mitologia é trazida para a história, porém achei que ao final algumas pontas ficaram soltas (entendo que alguns desses elementos serão usados em séries futuras, mas queria um desfecho mais certo). E por falar em desfecho, minha maior ressalva dessa temporada está justamente nesse ponto, o episódio final. A sensação que me passou foi que eles engrandeceram muito uma situação que acabou de uma forma simples e em algumas cenas previsível, eu estava esperando um emocionante episódio final como o da temporada anterior, mas seu impacto não foi o mesmo. 

O Demolidor sofreu um pouco com o mal da segunda temporada, mas nada que me desanime ou diminua minha ansiedade para as próximas produções, seus pontos positivos foram muito mais fortes que os negativos e os personagens estão crescendo cada vez mais, o que só promete coisas boas.



Temporadas: 

Título Original: Marvel's Daredevil
Temporada: Segunda
Ano: 2016
Criador:  Drew Goddard
Emissora: Netflix
Episódios: 13
Avaliação: 4/5